Dificílima, a vida de quem odeia essa máquina de títulos chamada Beija-Flor de Nilópolis.
@damarinaandrade
Jornalista carioca, fui do jornal O Povo à Orquestra Sinfônica Brasileira. No caminho, dei um pulo no SRZD, UOL, Yahoo!, Carnavalesco, Trivela e Ultrajano. Política, futebol, cultura, humor e eventual mau-humor. Fotografo uns shows nas horas pagas.
Dificílima, a vida de quem odeia essa máquina de títulos chamada Beija-Flor de Nilópolis.
Passando uma campeã na Sapucaí. A Mocidade de Rita Lee já é histórica.
Eu quero Globo de Ouro, Bola de Ouro, Oscar, Fifa The Best, Copa do Mundo, Libertadores, Intercontinental, Pulitzer, Nobel da Paz, Emmy, Grammy, Tony, tudo do Brasil.
Ainda estou aqui comovida com Fernanda Torres, mas o agente secreto Wagner Moura furou a fila. Orgulho! Viva o cinema brasileiro!
Não vejo novela; vejo o Rio de Janeiro. Manoel Carlos foi um apaixonado pela cidade-Leblon que via.
Através da dramaturgia, vendeu um sonho carioca inalcançável para a maioria do povo brasileiro, mas experimentado por todos, porque ele existiu.
Helenas à parte, fica o primor das trilhas sonoras.
Mais uma Mega da Virada em que intencionalmente não aposto para entrar no ano vindouro sem perder nem meio centavo. Sucesso absoluto. Feliz 2026 só para quem, como eu, também não ganhou!
Dias difíceis para cariocas e quem verdadeiramente ama o Rio de Janeiro. As ruas, ainda vazias, têm cheiro de angústia.
Transportes funcionam normalmente, repetem, sem citar que moradores e trabalhadores, não, não funcionam normalmente. Os vivos.
Os mortos funcionam para uma fúnebre politização.
📷 Ricardo Almeida
Silêncio amargo aos ouvidos a partida precoce de Gilsinho, intérprete da Portela e dono de uma das vozes mais bonitas e melodiosas da história do Carnaval. Daqueles que pegava um samba truncado e fazia poesia ritmada. É tudo dele.
Descanse em samba. O Carnaval agradece por tanto.
Se até na República de Curitiba e COM CHUVA a galera lotou a rua...
Porto Alegre, em dia de Grenal, parece também de saco cheio de uma galera.
Brasília
Atos de hoje em Salvador e Maceió.
Recados dados em Recife e Natal também. Parece que a PEC da Blindagem virou um belo tiro no pé.
É… vai ter gente na Câmara dos Deputados recalculando a rota.
Você pisca e o Rio de Janeiro monta o melhor e maior line-up dentre todos os festivais.
Paulinho da Viola, Djavan, Caetano Veloso, Chico Buarque e Gilberto Gil.
Viva o engajamento político dos nossos coroas. Viva a democracia. Viva o meu Rio de Janeiro.
Michel Temer, depois de ocupar quase todos os cargos possíveis - inclusive o de vice-decorativo -, agora se tornou uma espécie de poder moderador da República Federativa do Brasil. Que tempos. Que tempos.
Cá entre nós e sem mais: que Brasil gostoso!
Alexandre Ramagem engrossa a estatística de desempregados.
Eu, por mim, fico de boa aqui acompanhando essa resenha do STF, mas acredito na adequação de uma pilsen e uma bolinha queijo, pelo menos.
Eu acho agravante sermos obrigados a falar “Inteligência Paralela” sem rir, mas a dosimetria do meu Cabernet já não me permite discordar dos excelentíssimos ministros.
Aniversário de 104 anos de Cármen Lúcia. Se narrado por Galvão Bueno, ouviríamos aqui um “virou passeio”.
Diários de Augusto Heleno.
Dia 11/09/2025.
Caro diário, mifu. Tomei 21 anos.
Almirante Garnier fez sobrar esculacho para toda a Marinha do Brasil. Que vergonha alheia.
“Nem a ditadura militar ousou tanto.”
DINO, Flávio. Brasília, 2025.
Todo mundo já entendeu, ministro Fux. Pode ir.
“Em homenagem à brevidade” é muito chique. Vou adotar na vida mais essa canetada do ministro Dino.
Imagina a crise de soluço.
Excelentíssima ministra Cármen Lúcia ia de tinto de mesa até o excelentíssimo ministro Fux pedir a palavra, a frase, o dia, sabe lá. Trocou. Vai seguir o relator num Blue Label caubói mesmo.
Excelentíssimo ministro Dino vai estalar uma gelada mesmo. Nota-se pelo tom de voz. Voto em Heineken.