Bom dia 247 - direita é favorita no Chile e golpismo ameaça o México
www.youtube.com/live/348FU36...
Bom dia 247 - direita é favorita no Chile e golpismo ameaça o México
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E sim: as bets jamais deveriam ter sido liberadas no Brasil
uma primeira tentativa, compilando o que saiu até agora e acrescentando mais uns versos: bsky.app/profile/hmca...
por mais metanol do que eu consigo engolir
pelo cigarro de graça que eu te obrigo a tossir
pela farinha com vidro que enfim vai nos redimir
Deus lhe pague
dormiu no banco como se fosse náufraga
sonhou com o príncipe como se fosse lógico
acordou sozinha pois já era o seu destino
e jurou parar como se estivesse sóbria
atravessou a cama com seu passo tímido
saiu do quarto como se fosse mágica
ganhou a rua desdenhando o tráfego
chamou o uber como quem espera o próximo
gemeu até deixar aquele pênis flácido
e o leite derramado bebeu como se fosse líquido
e o jogou no chão como se fosse lixo
por fim limpou sua barriga com um lenço úmido
mamou daquela vez como se fosse a última
e empinou a bunda entre quatro paredes sólidas
quicou e rebolou como se fosse o máximo
urrou na madrugada até acordar o síndico
chegou naquela festa como se fosse a única
aproximou-se dele com um sorriso ácido
beijou o sapo como se fosse um príncipe
a ereção subiu como se fosse máquina
O fato de o caso de Hildebrando Paschoal, o deputado da motosserra, ter sido a gota d’água para derrubar a blindagem de parlamentares em 2001 deveria ser argumento suficiente contra a #PECdaBlindagem
Se tem UMA coisa q a gente devia tá fazendo depois do julgamento dos golpistas é voltar com urgência pra discussão do fim da escala 6x1. Parar de dar combustível pra reacionários em assuntos importados e discutir a pauta mais urgente e popular do momento
Ninguém é contra a vida. O que precisamos, com urgência, é redefinir o que entendemos por progresso. Progredir não é conquistar, é aprender a conviver — com os outros, com a terra, com o tempo da floresta.
Emfim...
O texto do Metrópoles é uma colcha de retalhos patrioteira, misógina e antiecológica, que mobiliza tragédias reais (como a falta de oxigênio na pandemia) para defender um modelo de desenvolvimento falido, baseado na infraestrutura dura, linear e predatória.
Segurança alimentar e energética local: produção local de alimentos e energia, com tecnologia adaptada ao ecossistema.
Investimento em inovação descentralizada: fábricas de pequeno porte, bioeconomia, centros de pesquisa amazônicos, universidades da floresta.
Protagonismo comunitário e indígena: os povos da floresta não querem rodovias; querem dignidade, educação, saúde e autonomia para proteger seus territórios.
Tecnologia apropriada à floresta: painéis solares, biodigestores, coleta seletiva em comunidades ribeirinhas, drones logísticos, medicina da floresta.
Infraestrutura de baixo impacto, como hidrovias sustentáveis, ferrovias de carga, transporte por energia limpa, redes de produção agroecológica descentralizada e conectividade digital.
O verdadeiro desenvolvimento do Norte passa por:
1) Infraestrutura de baixo impacto
2) Tecnologia apropriada à floresta
3) Protagonismo comunitário e indígena
4) Investimento em inovação descentralizada
5) Segurança alimentar e energética local
“Saia de perto do Presidente, deixe de ser má…”
Ataque pessoal / emocionalismo vulgar
Ao reduzir a discussão a um drama de "feitiçaria", o texto tenta eliminar o debate técnico, científico e territorial legítimo. Isso é política do ressentimento travestida de regionalismo.
“A estrada poderia ser vida…”
Apelo emocional / promessa não fundamentada
Estradas podem ser vetores de desmatamento, grilagem e violência. Sem uma estrutura socioambiental sólida, o custo ecológico será irreversível.
“Enquanto o resto do Brasil circula de carro… o nortista rema”
Apelo emocional / romantização do sofrimento
Isso ignora o potencial de modelos de transporte adaptados à realidade amazônica, como hidrovias elétricas, drones para entrega de insumos e produção local resiliente.
“Por que só o Norte paga essa conta?”
Falsa equivalência / confundir o cu com as calças
Comparar os danos ambientais do Sudeste com o veto à BR-319 ignora que cada bioma tem limites distintos. A Amazônia é o único bioma ainda majoritariamente preservado e essencial ao equilíbrio climático global.
“Durante a pandemia… milhares morreram por falta de estrada”
Correlação falsa / uso indevido da tragédia
A falta de logística hospitalar e de estrutura pública não decorre da ausência da BR-319, mas da falta de investimento em infraestrutura de saúde descentralizada e logística fluvial eficiente.
“Desenvolvimento é napalm.”
Homem de palha (caricatura do argumento ambientalista)
Nenhum ecologista sério iguala desenvolvimento a destruição. O que a gente defende é um desenvolvimento regenerativo, com base comunitária e tecnologias limpas.
“Cada vez que veta, o Norte regride décadas.”
Apelo à emoção / exagero histórico
Não é o veto que causa retrocesso, mas a falta de políticas sustentáveis. Avanço não é sinônimo de asfalto. Avanço é saúde, cultura, educação, mobilidade verde.
“Rodovia que virou piada pronta… aparece nas promessas de campanha, some no barro”
Falsa generalização
A ironia é usada para mascarar a ineficácia de uma política de infraestrutura que desconsidera o contexto ecológico. Isso não é culpa de quem veta, mas da insistência num projeto falido.
“Se existe um presidente que nunca negou nada para a Região Norte…”
Culto à personalidade / apelo à autoridade
A política deve ser avaliada por critérios técnicos, ecológicos e participativos: não por lealdade pessoal ou favores políticos.
“Uma extraterrestre… cresceu no Acre e foi driblar o Estado de São Paulo”
Ad hominem
Atacar a figura da deputada com termos ofensivos não debate políticas públicas. Temos que combater o patriarcalismo político e reconhecer a liderança de vozes que defendem o futuro dos biomas.
“...como os ingleses e franceses sempre fizeram na África e Oceania”
Apelo ao colonialismo como modelo
Práticas coloniais não podem ser referência de ocupação territorial. Temos que rejeitar a ocupação predatória, extrativista, não emancipada, e propor simbioses culturais, ecológicas e produtivas.