This book is a gem.
This book is a gem.
Estava lá, mas ninguém tinha percebido, então a IA descobriu, no sentido literal, esta conexão. Neste caso, a IA é de fato útil.
Não sei exatamente qual é o seu caso, mas uma rede neural com todos os requintes das LLM é muito boa na detecção de padrões, que estão implícitos no corpus. Mas o que me pergunto é, se os LLM são "máquinas semânticas", será que eles conseguem dar "o pulo do gato" criativo. Ter uma sacada criativa.
Isso me parecer ser o caso de bom uso de IA. Toda vez que perguntamos sobre questões científicas/intelectuais mais finas ao gpt/gemini/claude recebemos respostas desanimadoras por que são fundadas em referências de baixo valor. Se podemos estabelecer um bom corpus, os resultado são muito melhores.
O que é exatamente "um chat gpt treinado na obra do bateson". Uma IA não-genérica, que se baseia apenas em um ou alguns autores?
a única coisa fácil em um seguro é pagá-lo.
Coming from Physics, but working now in theoretical ecology and epidemiology, one of the things that stroke me the most was the marketing language in the discussion sections in bio journals. Papers claim to deliver way more than they deliver.
all the time
This seems to be a broken link.
Pró Rússia/China.
o desquerido não é de esquerda....
This is puzzling and concerning. Here in Brazil, most cases - clade IIb- are (95%) in MSM. I think that is true also for many countries. An outbreak 50/50 men/women could indicate an indicate adaptation and a potential for more widespread contagion.
Any idea which clade is causing the cases in SL? THis is an important information.
Bancar concorrência com as LLM atuais pode ser impossível, mas que tal tentar ir para as fronteiras do conhecimento computacional. Para além das estatísticas da palavras e seus contextos. Mas não seriam pequenos grupos “Brancaleones” que não mudarão o cenário. Algo maior é necessário.
Nós brasileiros, nós de esquerda, nós democratas? Parece-me que o último é o que tem chances de se contrapor ao “império digital”. Mas LLM são caras.. muito caras, fora do mundo das big techs, só vejo possível uma aliança entre estados nacionais. Apenas democracias?
Na época, estavam em moda os "dashboards" e várias consultorias internacionais ofereciam "de graça". De fato, estas consultorias não tinham ideia sobre se os modelos usados eram bons ou ruins, ou mesmo absurdos, e mesmo assim, queriam produzir consensos.
A Palantir foi contratada na gestão Dória para fazer a interface academia/governo na gestão da Covid (não foi a única contratada). Era um desastre, nada sério. Na época a maioria dos contratos eram sem custos financeiros para as consultorias, não sei se foi o caso da Palantir também.
2.A relação p = 2T deve estar errada. Espera-se que, para T abaixo de um certo valor, p seja muito pequeno (o aumento é absorvido) e, para T acima de um certo outro valor, p esteja perto de 1 (as tarifas causam um aumento dos preços de importados tais que ninguém mais os compra).
10/N
Ora, estas tarifas são conhecidas e não precisam ser calculadas. E mais, o desequilíbrio pode vir de simples concorrência sem tarifa alguma. Simplesmente x produz produtos bons e baratos e os EUA os compram. Já x não compra produtos estadounidenses porque são caros.
9/N
Tudo isso é totalmente sem sentido.
1. Trump chama a primeira coluna de suas tabelas de tarifas aplicadas pelo país x. Por traz disto parece querer dizer que o país x aplica tarifas que geraram o desequilíbrio o qual é todo atribuído às tarifas.
8/N
Mas a tarifa aplicada é T=p/2. Ou seja, o governo estadounidense parece acreditar em uma relação linear p= 2T. Se não for isso, o fator 1/2 é totalmente ad hoc - ou seja - um chute. Exemplo: se aplico 20% de tarifas, espero uma redução de 40% nas exportações do país x.
7/N
Quais são as condições para o balanço seja equilibrado?
BN=0 => 1-p = A/X , ou p = 1-A/X = (X-A)/X = B/X . Que vem a ser exatamente a primeira coluna da tabela do Trump ( chamada tariffs charged to the USA - o que não tem nada a ver).
6/N
Assim, se o balanço B era B= A-X, agora temos um novo balanço
BN = A- (1-p)X onde (BN indica “novo balanço). E, lembre-se, p é dependente do mercado estadounidense.
5/N
Claramente p tem que ser uma função das tarifas aplicadas, T, ou seja p = f(T) . Veja que p mede o efeito do comportamento do consumidor/importador estadounidense frente uma subida de preços.
4/N
Vamos supor que as tarifas fazem com que as importações de produtos do país x pelos estadounidenses caiam. Digamos que em vez de X ( as exportações do país x) tenhamos (1-p)X, onde p é a redução das exportações. Ou seja se x exportava X, sofreu uma redução de pX ( p está entre zero e um).
3/N
A lógica parece ser a seguinte.
Seja A o volume de exportações estadounidenses
Seja X o volume de exportações de um país x para os EUA.
Seja B o balanço entre exportações dos EUA e as exportações do país x
B= A- X
2/N
that's nothing...
🦟 "On the verge: #outbreak risk after two years of record-breaking #dengue #epidemics in #Brazil 🇧🇷" by Rafael Lopes & Leonardo S. Bastos in The Lancet Regional Health – Americas
www.thelancet.com/journals/lan...
acompanho vc, mas sua mensagem é impossível de compreender. Tanto jargão, sorry, não entendo.
These guys saw it coming ten years ago! pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC...