Chamada para o menos um grupo de estudos da Teoria do Sujeito de Badiou!
Voltamos na próxima quarta-feira.
Colem aí!
Chamada para o menos um grupo de estudos da Teoria do Sujeito de Badiou!
Voltamos na próxima quarta-feira.
Colem aí!
da vida, ele adquire vida própria. A emergência de um self, portanto, necessariamente dá origem a uma vida redobrada: como o sujeito emerge a uma distância da vida biológica, ele precisa construir seu próprio modo de vida, sua própria “substância” artificial.”
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pelos quais emergiu. Portanto, o “self” não é apenas um modelo de um organismo a ele imanente, um automodelo por meio do qual um organismo regula sua vida; o “self” surge quando esse modelo se autonomiza e subordina seu organismo a si mesmo. Como tal, o self deixa de ser apenas um prolongamento +
Saindo menos uma tradução!
“Esta inversão é o que Hegel chama do desenvolvimento da substância em sujeito: o que era, originalmente, um elemento subordinado a uma ordem substancial da vida se torna um agente autônomo, que subordina a si mesmo seus próprios pressupostos externos +
Sua persona particular, porém, foi capaz de dar forma concreta a antagonismos preexistentes e guiá-los em uma certa direção. Mesmo que o problema seja “sistêmico”, sua aparência concreta é sempre determinada por alguma contingência.”
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a presidência — e pela segunda vez. Nós não devemos de nenhuma maneira nos tornar vítimas de uma fantasia trumpista reversa, cultivada por muitos Democratas, e simplesmente acreditar que se Trump for removido, a “América será grande de novo.” +
Uma vez que grande parte dessa análise irá focar no exemplo de Donald Trump e sua atual administração, é também importante frisar que eu não o percebo, ou não percebo sua personalidade, como a raiz do problema. Muita coisa teve de acontecer para alguém como ele ganhar +
é superior a outras abordagens. O que eu realmente acredito, entretanto, é que tal análise pode nos ajudar a entender certos mecanismos que cumprem um papel em orquestrar antagonismos sociais, e que são largamente independentes da psicologia individual. +
Saindo menos uma tradução!
“Antes de ir mais longe, a seguinte observação é necessária: o comentário que se segue não deve ser visto como uma alternativa à análise sócio-econômica e geopolítica, nem como uma tentativa de sugerir que um mapeamento psicológico de nossa situação +
reinscrever a filosofia como prática da verdade a partir do que ela ainda não é, não mais a guardiã de uma metafísica do humano, mas o lugar por onde se experimenta, na ruptura e na incorporação, o possível de uma nova existência comum.
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para pensar uma subjetivação que não mais se subordina à identidade, à consciência ou à história, mas que emerge no acontecimento, no corpo e no regime de verdade que lhe é próprio.
A conclusão aponta para uma tarefa decisiva:+
A hipótese que conduz a investigação é evidente: haveria, entre Foucault e Badiou, um campo de compatibilidade crítica capaz de iluminar, por dentro, os limites de uma concepção humanista do sujeito. A partir daí, abre-se o caminho +
Michel Foucault e Alain Badiou a partir de um ponto comum: o estatuto do sujeito diante da verdade e das condições que o tornam possível. Longe de qualquer tentativa de síntese, o que se delineia é o entrechoque de duas arquiteturas conceituais que tomam a descontinuidade como operador fundamental.+
Saindo menos uma tradução!
Qual filosofia para além do humano? Foucault, Badiou e o problema do sujeito contemporâneo
Num cenário em que a filosofia é atravessada por múltiplas rupturas, ontológicas, epistemológicas e políticas, este texto propõe uma articulação inédita entre +
(um outro) Hegel, indagando-se sobre a im-possibilidade de uma ética do desejo, sua dimensão estética, o lugar da razão e os caminhos para algo outro.
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purificada de qualquer resquício ou sujeira do corpo, transforma-se em seu oposto, a saber, na irracionalidade brutal do gozo desenfreado. Mas, seria mesmo isso? Neste deslumbrante ensaio, Rebecca Comay retoma a já canônica leitura adorniana de Sade pelas lentes de Lacan e +
Saindo menos uma tradução!
Publicada clandestinamente em 1795, A Filosofia da Alcova de Sade é a verdade da ética kantiana levada às últimas consequências: a razão instrumental, cega, indiferente ao conteúdo, +
Menos um curso começando hoje
isso é que é a vontade. Dessa forma, tanto a inteligência quanto a vontade são raras.”
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nos são apresentados. Somos capazes de pensar fora da caixa. Temos a habilidade de nos distanciar de nós mesmos e do que nos foi dado. Mais ainda, quando colocamos o pensamento em ação, isso nos força a sair das circunstâncias existentes, +
A inteligência postula a si própria em sua subjetividade e a vontade, em sua objetividade. A inteligência é o corte, e a vontade é a faca.
Quando exercitamos nossa inteligência, somos precisamente capazes de nos colocar à distância das existentes suposições e sistemas que +
Saindo menos uma tradução!
“A inteligência organiza o mundo por meio — e este é o ponto crítico — de uma externalização do self. Para Hegel, inteligência e vontade andam de mãos dadas. A inteligência pensa e a vontade atualiza o pensamento. +
sua aptidão para elaboração do político e papel na superação do estado de coisas.
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para cada ontologia, neste artigo, Ray Brassier busca mapear o que, de fato, está em jogo, trazendo para o primeiro plano os compromissos pressupostos nos dois sistemas, indagando-se sobre os limites da filosofia enquanto lócus de resistência, +
ao redor de ideias centrais para a filosofia de ambos os autores — o Acontecimento, o Múltiplo, o Lance de Dados de Mallarmé. Se, num primeiro momento, a disputa apareça como despropositada, ao redor de concepções que funcionam de formas distintas +
Saindo menos uma tradução!
Em 1997, Alain Badiou lançou seu famoso livro O Clamor do Ser, repetindo e demarcando suas divergências com a ontologia de Gilles Deleuze. O tom polêmico do texto provocou debates acalorados entre os campos filosóficos, acirrando as disputas +
Saindo menos uma tradução!
O que são as inteligências artificiais? Elas pensam melhor que os humanos? Elas sentem o que sentimos? Gozam do que gozamos? Aprendem o que aprendemos? O que está em jogo? +
Nesta intervenção, Katherine Everitt nos desafia a recolocar a desconcertante questão do que é o humano.
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Saindo menos uma tradução!
O que são as inteligências artificiais? Elas pensam melhor que os humanos? Elas sentem o que sentimos? Gozam do que gozamos? Aprendem o que aprendemos? O que está em jogo? +