E vem outro, que projeto pronto e lançado em 2026. Terá, de novo, o futebol como principal pretexto, indo um pouco mais para lá do alambrado do que o primeiro.
E vem outro, que projeto pronto e lançado em 2026. Terá, de novo, o futebol como principal pretexto, indo um pouco mais para lá do alambrado do que o primeiro.
O Jabuti não veio (eu concorria em Conto), mas o selo sim e mais importante: a validação de um caminho novo que eu tomei mais tarde na carreira, sem nunca ter publicado Ficção. "A bomba e outros contos de futebol", agora em nova tiragem: morula.com.br/produto/abom...
Atualizando: "A bomba e outros contos de futebol" agora é finalista do Prêmio Jabuti 2025, na categoria Conto.
Frete grátis para todo o Brasil!
Para marcar, a Mórula lançou um desconto violento (25%) nas duas obras, com o cupom JABUTI25. E ainda leva frete grátis. Vale até 05/10. Melhor que isso não vão achar:
morula.com.br/produto/abom...
morula.com.br/produto/esqu...
O cupom:
JABUTI25
Arrendondado aqui: "A bomba e outros contos de futebol" é semifinalista do Prêmio Jabuti na categoria Conto. Já estou festejando por conta há uma semana. É o segundo livro da Mórula Editorial no Jabuti deste ano, ao lado de "O lado esquerdo", de Manoel Ricardo de Lima, em Poesia.
A tão esperada sequência de "O Pagador de Promessas" se desenha:
Uma das poucas nostalgias que me permito:
Canal de quiz do mIRC
Um conto inédito, que talvez entre num futuro segundo volume de histórias sobre futebol: cincocinco.substack.com/p/contato
Os dois saíram pela Mórula Editorial: morula.com.br/authors/davi...
São pessoas que se apossaram de histórias, de passagens e de personagens do livro, como se agora fossem delas -- e quem dirá que não são?
A cada semana, recebo 2, 3 retornos pessoais sobre o volume de contos -- inclusive de leitores e leitoras que não conheço ao vivo.
O segundo ("A bomba e outros contos de futebol") veio menor, mais suave, e, por enquanto, rodou menos, mas...
Publiquei dois livros. O primeiro, de não-ficção, veio na ressaca pandêmica, e encaixou o tema no espírito do tempo ("De sonho e de desgraça: o carnaval carioca de 1919").
A capacidade de uma ficção (ou de ficções) se conectar com o leitor é algo impressionante.
Futurologia:
Antes de aprender a amar, a IA aprenderá a ser corna.
E esta ilustração de 1950 para celebrar a inauguração do Maracanã? (Está em leilão, aliás: www.albertolopesleiloeiro.com.br/peca.asp?id=...)
Quem fala "pobre de direita" pensa rir do fato de ser de direita, mas ri mesmo é do fato de ser pobre.
O futebol da Europa tem que ser conhecido a fundo, mas para ser superado. Não exaltado. Assim que têm a chance (sobretudo os espanhóis), teimam em reinventar a História. Merecem o lance de Nilton Santos fingindo falta fora da área daqui até o fim dos tempos.
Barraqueiro furioso do Recreio, futevoleiro armado, motoqueiro revoltado na Gardênia... é hoje que se ergue o Megazord da Zona Oeste.
Lanço "A bomba e outros contos de futebol" na sexta-feira (18) em São Paulo, a partir das 18h na Livraria Barrilete, no Bixiga. Estarei lá para autografar e brindar, festejando este livro que me permitiu não apenas recair na ficção como também na ilustração.
Meu fascínio é com o homem saudável de peruca. Das coisas que escrevi no passado, esta me orgulha: davidbutter.tumblr.com/post/4811436...
É que a distinção entre "ser" e "estar" dá um conforto a quem raspa tudo. O sujeito deixa de SER careca, passa a ESTAR careca -- é um ato de decisão contra o pano de fundo do que ele não controla.
Refleti sobre o tema por motivos óbvios.
Como eu pego livros mais raros (de leilão ou achados mesmo em bancas de rua), eu respondia rápido às estatísticas de visualização, e dava resultado. Se um grupo visualizava um livro raro algumas vezes, via que havia interesse, ajustava na hora.
Há mais questões, mas essas duas respondem por grande parte da quebra. No meu caso, com absoluta clareza.
O que piorou?
-- O mecanismo de busca foi arruinado;
-- Os vendedores deixaram de receber relatórios sobre visualização de itens seus acervos -- essa era chave para precificar bem livros mais raros ou buscados.
Basicamente: um market place incrível de livros, que atendia bem o consumidor que buscava um exemplar entre mil ou aquele que ninguém acha, foi remodelado para vender ventiladores. Mas não vende ventilador. Vende livro.
E eu participei da reunião com a equipe da EV, no início dessa crise. Disse lá que livro usado não é commodity, pois o espectro entre o péssimo/podre e a relíquia/tesouro é imenso, e que os consumidores se aproximam dos produtos por razões mais variadas do que "uso".
Eu vendo aqui e ali na Estante Virtual. Vendia. O tombo foi imenso, para lá de 60% -- e olha que meu volume sempre foi pequeno.
Vai virar estudo de caso de como mudanças desastradas na arquitetura e nas funcionalidades de um market place podem arruinar um negócio (e negócios associados).
Quando dois times que eu rejeito da mesma maneira se enfrentam num jogo decisivo, nem md divido: fico feliz pois um deles vai perder. Chego a pensar que em infinitas dimensões eles se alternam na derrota e que em algumas dimensões o jogo sequer acontece.