👀 prestando as devidas homenagens!
👀 prestando as devidas homenagens!
países subjugados por países dominantes, abolição da guerra e introdução de uma paz universal, igualdade e fraternidade entre as pessoas”.
Texto completo no site da Clio: www.cliooperaria.com/post/155-ano...
Diria ainda, “o objetivo final, que brilha para a classe trabalhadora, assim como a internacional, é a completa abolição da exploração e da opressão de algumas pessoas sobre outras, a dominação de uns sobre outros, a humilhação dos pobres pelos ricos, da mulher pelo homem,
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e das forças imperialistas, temos apenas a revolução contra o capitalismo e as forças burguesas, e todas as estruturas que nascidas antes ou não, se desenvolveram dessa forma se alimentando e alimentando o próprio sistema.
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ela era jogada novamente, não por escolha, mas por ser a única alternativa.
Defensora incansável do socialismo, sendo hoje um resgate para não só manter nossas energias, mas para relembrar todo dia que para enfrentar a violência cotidiana, a violência genocida de forças policiais
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sofre com a expansão capitalista e com o sistema carcerário é o suficiente para deixá-la revoltada. Ela se sentia em casa em todos os lugares, mas tinha uma particular relação com sua gata Mimi, com campos floridos e com os mais diversos animais, ainda assim, não conseguia fugir da luta,
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Essa referência marca a história profundamente pelo seu amor direcionado de forma radical e solidária, mas também pelo seu ímpeto de lutar pela revolução e contra a classe dominante, que pega seus lucros enquanto nos mata.
A lágrima de um bisão mutilado, que assim como os pássaros e as pessoas
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Foto de Rosa Luxemburgo. "155 anos de Rosa Luxemburgo: lições que permanecem", por Marcos Morcego na Clio Operária!
155 anos de Rosa Luxemburgo, revolucionária que lutou pelo socialismo e pela libertação de todos os seres de qualquer opressão.
Texto de: Marcos Morcego @marcosmorcego.bsky.social
Acesse em: www.cliooperaria.com/post/155-ano...
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Nossa tarefa é deixar em evidência quem enfrentou o colonialismo, tensionou o eurocentrismo e refletiu sobre os sentidos da revolução de forma territorializada.
Acreditamos em leituras que abrem caminhos.
www.instagram.com/aberturaedit...
Vozes da periferia, dos lutadores, do Sul, do campo e das múltiplas cores da nossa classe.
A editora nasce da iniciativa de seis pessoas: editores, militantes, tradutores, livreiros, pesquisadores e designers. Trabalhadores do livro – não proprietários –, que, a partir dessa doação de
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a fim de que eles exerçam uma função dialética no contexto das crises e das opressões.
Escolhemos, perante essa encruzilhada que se apresenta, trilhar os caminhos no sentido da luta antifascista e do marxismo periférico. Das vozes que foram negligenciadas e pouco ecoadas no país.
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A editora nasce da iniciativa de seis pessoas: editores, militantes, tradutores, livreiros, pesquisadores e designers. Trabalhadores do livro – não proprietários –, que, a partir dessa doação de trabalho coletivo e sem capital inicial, sustentam a convicção de que um catálogo pode ser construído a partir de um compromisso político, não com amplos recursos financeiros. Não buscamos preencher lacunas, queremos deslocar o centro, trazer outras perspectivas, diversas e plurais. Nossa tarefa é deixar em evidência quem enfrentou o colonialismo, tensionou o eurocentrismo e refletiu sobre os sentidos da revolução de forma territorializada. Acreditamos em leituras que abrem caminhos.
e o justiçamento de seus algozes, um projeto nacional popular e pautado na real materialização do mote da Revolução Francesa: liberdade, igualdade e fraternidade.
Para nós, “abertura” é um movimento, não um fim. Um processo de reelaboração dos valores,
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Para nós, “abertura” é um movimento, não um fim. Um processo de reelaboração dos valores, a fim de que eles exerçam uma função dialética no contexto das crises e das opressões. Escolhemos, perante essa encruzilhada que se apresenta, trilhar os caminhos no sentido da luta antifascista e do marxismo periférico. Das vozes que foram negligenciadas e pouco ecoadas no país. Vozes da periferia, dos lutadores, do Sul, do campo e das múltiplas cores da nossa classe.
um marco da guerra de classes no Sul Global e das lutas anticolonial e antirracista. Frente ao impasse posto pelo complexo cenário político na colônia de Santo Domingo, Toussaint foi a figura que apontou para uma saída que contemplava, além da libertação dos escravizados
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O nome Abertura é uma homenagem ao maior revolucionário das Américas, Toussaint L’Ouverture, líder do processo de libertação haitiano, um marco da guerra de classes no Sul Global e das lutas anticolonial e antirracista. Frente ao impasse posto pelo complexo cenário político na colônia de Santo Domingo, Toussaint foi a figura que apontou para uma saída que contemplava, além da libertação dos escravizados e o justiçamento de seus algozes, um projeto nacional popular e pautado na real materialização do mote da Revolução Francesa: liberdade, igualdade e fraternidade.
por que ainda insistem em abordá-lo sempre a partir das mesmas vozes? Nosso projeto é um gesto de abertura política editorial e não pedimos licença para existir.
O nome Abertura é uma homenagem ao maior revolucionário das Américas, Toussaint L’Ouverture, líder do processo de libertação haitiano,
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A Abertura Editorial nasce do incômodo com os silêncios da história. Se o marxismo foi atravessado pelo Sul Global, se suas ideias mais vibrantes emergiram de lutas anticoloniais, revoluções traídas e teóricos afastados do centro, por que ainda insistem em abordá-lo sempre a partir das mesmas vozes? Nosso projeto é um gesto de abertura política editorial e não pedimos licença para existir.
(Link da nossa rede social ao final!)
A Abertura Editorial nasce do incômodo com os silêncios da história.
Se o marxismo foi atravessado pelo Sul Global, se suas ideias mais vibrantes emergiram de lutas anticoloniais, revoluções traídas e teóricos afastados do centro,
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Que orgulho ver nossos camaradas se expandindo por projetos radicais e fundamentais! 🔥❤️
E a Fátima que chegou com esse textaço, fundamental lllll
Não há emancipação possível sem enfrentar o capital, o patriarcado e a lógica que naturaliza a posse sobre nossos corpos e vidas.
Acesse em: www.cliooperaria.com/post/feminic...
Como nos lembra Alexandra Kollontai, sem independência material, rede pública robusta, trabalho protegido e organização coletiva, o “denuncie” vira palavra vazia. Violência de gênero é estrutural, e exige resposta estrutural.
Transformar medo em organização é urgente.
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Imagem de ato das mulhares, texto: feminicídio, capitalismo e emancipação: A resistência exige teoria, organização e estratégia. Por Fátima Machado em Clio Operária
4 mulheres assassinadas por dia em 2025. Isso não é desvio, não é exceção, não é “drama individual”. É estrutura. É a forma como a crise social se inscreve nos corpos das mulheres, sobretudo das trabalhadoras e periféricas.
Texto de: Fátima Machado
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Ato: A vitória dos rios! O movimento continua! Local: Praça Roosevelt, dia 24/02 às 17h DEFENDA AS ÁGUAS
Ato: a vitória dos rios! O movimento continua! Ainda há atod por todo o país, não desmobilize. Procure as organizações locais!
A mobilização continua, em São Paulo: na Praça Roosevelt 17h 24/02
A mobilização continua!
Ato em defesa dos rios! 24/02 às 17h na Praça Roosevelt! Defenda as águas contra a Cargill! Pela revogação do decreto 12.600
O ato em São Paulo acontece dia 24/02 às 17h na Praça Roosevelt!
Bora nessa luta em solidariedade com a galera que está no segundo mês, ocupando e retomando onde está a Cargill em Belém! Contra a dragagem dos rios, contra a privatização e pela revogação do decreto 12.600
ensinam cidadania na prática e atuam como antídoto contra a barbárie institucional.
Porque, como alerta a canção, "melhor é o poder devolver pra esse povo a alegria... se não todo mundo vai sambar no dia em que o morro descer e não for carnaval".
Leia: www.cliooperaria.com/post/pedagog...
No novo artigo para a Revista Clio Operária, Ricardo Normanha apresenta a "Pedagogia da Folia". Do pensamento de Henri Lefebvre aos versos proféticos de Wilson das Neves, o texto discute como os blocos de rua subvertem a lógica neoliberal,
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Em cidades desenhadas para o lucro, cercadas por muros, áreas VIP e catracas, ocupar a rua no carnaval (e em todos os dias do ano) é uma trincheira de disputa pelo direito à cidade.
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Pedagogia da folia: Educação, emancipação e direito à cidade. Por Ricardo Normanha. Clio Operária
"O Carnaval é o avesso necessário do Brasil oficial."
Texto de: Ricardo Normanha
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E saiu textaço
Talvez a pergunta não seja se as eleições decidem o clima, mas se estamos dispostos a democratizar as decisões que produzem o clima que vivemos. 🌎
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