A luta feminista quer mudar o mundo. Deixa passar!
A luta feminista quer mudar o mundo. Deixa passar!
A maioria paga a fatura e enquanto isso, o setor energético soma lucros recorde.
Taxar os lucros excessivos e regular os preços da energia: é assim que se baixa a conta da luz para quem trabalha e vive do seu salário.
Habituem-se ao caos e à lei da força, diz a Comissão Europeia.
Façam o vosso trabalho pela Paz, dizemos nós.
Ouçam-nas. Aqui estão algumas das mulheres mais corajosas das lutas feministas e que se encontraram a semana passada em Bruxelas. E hoje seguimos juntas, nas ruas dos nossos países. Conheces o seu trabalho?
#8M
A proposta do Bloco foi aprovada pela maioria dos deputados, com os votos contra do PSD e da IL. O governo tem agora a obrigação de aplicar a medida.
É uma questão de justiça. Quem ficou sem casa ou vai ter de reconstruir a sua vida, não o deve fazer com o salário cortado.
São mais de quatro mil trabalhadores que têm direito ao seu salário na totalidade, numa altura em que as dificuldades são muitas.
É uma questão de justiça. Quem foi prejudicado pelas tempestades não pode ser prejudicado também pelo Governo.
Domingo, saímos à rua!
A luta pela emancipação das mulheres foi longa e difícil, e ainda há muito a fazer. Não queremos voltar a um passado de opressão e obscurantismo que as forças machistas de extrema-direita pretendem reabilitar.
O assassinato de uma mulher pelas mãos do marido, nos casos em que este a “apanhava em flagrante adultério” (ou a filha “em flagrante corrupção”), era apenas punido com seis meses de desterro.
A mulher podia ser repudiada pelo marido no caso de não ser virgem na altura do casamento.
As mulheres não tinham o direito a tomar contraceptivos contra a vontade do marido.
Até 1969, as mulheres não podiam viajar para o estrangeiro sem autorização prévia do marido. O marido tinha o direito de abrir a correspondência da mulher.
As professoras só podiam casar com autorização do Ministério da Educação se cumprissem os seguintes termos:
- O pretendente deve ter bom comportamento moral e civil e deve ter vencimentos ou rendimentos, documentalmente comprovados, em harmonia com os vencimentos da professora.
As mulheres não tinham acesso a carreiras na magistratura, diplomacia ou nas forças militares e de segurança. As mulheres que optassem por ser enfermeiras ou hospedeiras estavam proibidas de casar.
O marido podia proibir a mulher de trabalhar fora de casa.
Acaba de ser aprovada a proposta do Bloco de Esquerda que garante lay-off a 100% na Comissão de Trabalho da Assembleia da República! Uma vitória para quem mais precisa: nenhum trabalhador das áreas afetadas terá o seu salário cortado no momento em que precisa de reconstruir a sua casa e a sua vida.
Contra a guerra,
contra o silêncio,
contra a cumplicidade,
assina em antiguerra.bloco.org
O governo tinha prometido uma bazuca. Por uma vez, cumpriu a promessa. Mas foi nas nomeações partidárias.
Não podem ser as vítimas da tempestade a pagar a fatura.
Faz algum sentido exigir o IMI a quem tem a casa com o telhado arrancado? Houve quem achasse que sim.
Foi votada uma proposta do Bloco para impedir a cobrança de IMI a estas casas em 2026. PSD e CDS, com a ajuda da abstenção do PS, votaram para obrigar as vítimas a pagar IMI.
Sem casa e com o salário cortado: a dupla penalização de quem sofreu com as tempestades é inaceitável. Levamos hoje o tema ao Parlamento e lutaremos na especialidade para que a solidariedade vença a injustiça. Juntos, vamos travar este abuso.
59 medidas, uma certeza: precisamos de justiça e solidariedade na resposta à calamidade.
Nem Trump, nem Putin, nem NATO. A Europa precisa de autonomia estratégica para definir a sua política para a paz.
A ONU é a única organização com legitimidade internacional para negociar a paz entre a Ucrânia e a Rússia.