Intercept, os sírios massacrados pelo carniceiro do Hezbollah discorda de vocês, hein?!
www.yahoo.com/news/syrians...
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Intercept, os sírios massacrados pelo carniceiro do Hezbollah discorda de vocês, hein?!
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Um canal de Telegram de operações psicológicas, administrado por executores do Hamas, acaba de divulgar este vídeo com música dramática de estilo gangster para mostrar o pouco caso que o grupo terrorista tem pelos habitantes de Gaza. Execuções diárias.
Salvem os palestinos do Hamas!
🚨🇻🇪: A Venezuela está oferecendo uma recompensa de 100 mil dólares por informações que levem à captura do opositor exilado Edmundo González, que reivindica a vitória sobre o presidente Nicolás Maduro nas eleições de 28 de julho, segundo um comunicado policial divulgado na quinta-feira.
Dias antes, o Sindicato dos Jornalistas Palestinos pediu ao canal Al Jazeera que cessasse a incitação e a retórica inflamável.
Diz o anúncio abaixo: “Essa decisão foi tomada em resposta à insistência da Al Jazeera em transmitir materiais provocativos, relatórios considerados enganosos, e ao incentivo de desinformação e de incitação à discórdia, interferindo nos assuntos internos palestinos.”
🚨🇵🇸: a Autoridade Palestina anunciou a suspensão das operações do canal Al Jazeera, incluindo o fechamento de sua equipe e escritório no território palestino da Cisjordânia, alegando que a emissora tem promovido uma cobertura favorável aos terroristas envolvidos nos confrontos em Jenin.
Para Israel, o enfraquecimento do eixo liderado pelo Irã representa uma boa notícia. No entanto, Assad era um inimigo previsível e bem conhecido pelos israelenses, diferentemente de jihadistas que afirmam que um dia chegarão a Jerusalém.
O enfraquecimento do Hamas e do Hezbollah desempenhou um papel crucial no que ocorre hoje na Síria. Irã, o regime de Assad, Hezbollah, Hamas e Houthis compunham uma aliança regional integrada.
A guerra civil ainda não chegou ao fim. Agora, uma nova disputa pelo poder do país emerge entre os grupos opositores rivais. No entanto, uma coisa é certa: os eventos desencadeados após 7 de outubro de 2023 estão redesenhando o Oriente Médio
o Hamas em suas ações sanguinárias de 7 de outubro, celebram a “resistência” islamista e relativizam o apartheid de gênero praticado no Irã.
Está sendo um tanto gratificante assistir pessoas ditas “de esquerda” no Ocidente em completa crise após o colapso do seu ditador de estimação no Oriente Médio, Bashar al-Assad, o maior assassino em massa do século XXI. Vale lembrar que muitos desses indivíduos e organizações também apoiaram +
O regime de Assad, o maior assassino em massa do século XXI, caiu.
Não sabemos o que o amanhã trará. Talvez coisas não muito boas. Contudo, o povo sírio deseja celebrar o fim de 50 anos de uma terrível ditadura. E eles merecem esse momento.
Há um ano, semanalmente milhares de judeus israelenses vão às ruas para lutar contra o próprio governo, exigindo o fim da guerra e afirmando que é possível, sim, escolher um caminho de paz com os palestinos. Repito: todas as semanas.
Veloso nem judeu é.
Vocês que me criticam, estão fazendo o quê mesmo? Saiam do anonimato, mostrem a cara e assumam suas posições publicamente. Tenham coragem de colocar suas opiniões à prova, como eu tenho feito, em vez de me usarem como alvo. Parem de agir como covardes.
O uso de argumentos baseados em minhas relações ou em questionamentos identitários é típico justamente daqueles que vocês dizem tanto criticar. Esperava esse tipo de postura de alguém como Ben Gvir ou Smotrich, não de quem se afirma de esquerda.
Sou JUDEU e sou de esquerda. Minhas posições são exatamente essas que vocês leem aqui. Lidem com elas e debatam a partir delas.
Pelo contrário, meus colegas dessa organização sempre incentivaram a reflexão crítica e a independência intelectual.
Essas reflexões, aliás, foram o que levaram muitos judeus de esquerda a me seguirem aqui. Minhas opiniões não são compradas, tampouco fruto de uma suposta filiação organizacional.
Para aqueles que estão questionando minha proximidade com a StandWithUs: essa relação não é recente nem surgiu após o 7 de outubro. Ao longo de 2023, participei de cursos promovidos por essa organização. Isso nunca me impediu de ter visões e posições críticas em relação a Israel e seu governo.
O que me faltava: judeu de esquerda caçando minha judeidade por discordâncias pontuais em algumas questões.
Mas, claro, o autoritário é sempre o outro, não é?
"Se, ao invés de argumentar contra o sionismo nas décadas de 1920 e 1930, eu tivesse incentivado os judeus europeus a irem para a Palestina, talvez pudesse ter ajudado a salvar algumas das vidas que mais tarde foram extintas nas câmaras de gás de Hitler."
Isaac Deutscher, judeu comunista, 1954.
O corpo de Itay Svirsky, de 38 anos, foi encontrado e resgatado por Israel na Faixa de Gaza. Ele havia sido sequestrado pelo Hamas no ataque de 7 de outubro de 2023 e foi tragicamente morto enquanto estava em cativeiro.
Que sua memória seja uma bênção na busca pela paz!
Dois grupos são surpreendentemente obcecados com o DNA dos judeus: nazistas e movimentos pró-Palestina.
Assustador.
A solução binacional é uma proposta originalmente sionista.
Ser contra as ações do governo israelense não é, necessariamente, ser antissionista.
Antissionismo é ser contrário ao movimento nacional judaico.
Quando alguém afirma não ser antissemita, mas antissionista, é como dizer:
“Eu não tenho problema com os judeus, apenas com os judeus que escolhem exercer seu direito à autodeterminação nacional.”
O Shin Bet, serviço de segurança interna de Israel, em cooperação com a polícia israelense, impediu que um grupo de cinco cidadãos árabes-israelenses executasse um grande ataque terrorista contra o shopping Azrieli, em Tel Aviv.
Fonte: @IsraeldeFato
Entre a esquerda antissemita e a direita homofóbica, sigo sendo judeu & LGBT.
Os ataques, que incluem alegações infundadas de que autoridades judaicas estão conspirando para orquestrar os desastres, sabotar a recuperação ou até mesmo confiscar as propriedades das vítimas, estão sendo fomentados principalmente no X de Elon Musk www.washingtonpost.com/technology/2...
Os demais optaram pelo silêncio ou usaram este dia de luto para judeus ao redor do mundo para abordar o sofrimento palestino decorrente da guerra — como se a dor de um povo anulasse a do outro, o que não corresponde à realidade.