Pensando cá com meus borbotões... Nem o mundo, muito menos o Brasil, estão preparados para perder, em um lapso de 15 dias, duas figuras como Lô e Macau. Puta que pariu, bicho, que tempos!
Pensando cá com meus borbotões... Nem o mundo, muito menos o Brasil, estão preparados para perder, em um lapso de 15 dias, duas figuras como Lô e Macau. Puta que pariu, bicho, que tempos!
Eu tenho 2,10m
Testando uma coisinha aqui
Com um acréscimo de 50%, reciprocidade pela taxa tempo/bozo, chegaria a 61 anos e seis meses.
Agora é acrescentar uma taxa de 50% ao tempo de xilindró de bozonaro. Reciprocidade.
Gonet já pediu a condenação do meliante?
Totalmente de acordo
Esse fato, lembro bem, deve ter ocorrido entre maio e junho de 1989. Pouco tempo depois, em agosto, Raul morreu. E eu, bem, eu posso encher a boca e dizer que toquei Maluco Beleza num violão de Raulzito.
O sujeito, do meio na segunda foto, se chama Mariano Lanat, e era o baixista dos Panteras
Eu e meu então amigo tocamos Maluco Beleza umas 4 ou 5 vezes cada. Depois, ele mostrou uma foto de Raul e disse: esse violão é aquele daquela fita, foi um presente de Raul...
Ficou ali algum tempo com a gente, ensinando a durar a canção. Quando estávamos tocando mais ou menos, ela abriu um armário, pegou um case dos bons e tirou um violão preto, lindíssimo, afinou e disse: agora vocês podem tocar nesse.
Primeira surpresa: eita porra, ele toca mesmo! Ficou algum tempo conosco e depois chamou a gente na casa dele. Chegando lá, segunda surpresa: um quarto de música, com contrabaixos e violões na parede, além de fotos com Raul. "Carai, é verdade mesmo!", pensei.
Um belo dia, estávamos eu e esse amigo, em frente a sua casa, tentando tirar Maluco beleza na revistinha. O cabra passou, parou, escutou nossa interpretação e disse: que Maluco Beleza feio do carai, bicho! Sentou, pegou o violão e tocou.
Não lembro se era engenheiro, mas rolava uma lenda que ele havia tocado com Raul Seixas no disco Raulzito e seus Panteras e que ele seria um dos Panteras. Visualmente, ele parecia qualquer coisa, menos um roqueiro. Ainda mais um doidão como Raul. Percepção adolescente, né?
Era o primeiro ano da vila de Xingó, começo da construção da hidroelétrica, gente chegando de todas as partes do país. Na rua abaixo da minha, morava um amigo próximo. Tínhamos entre 14 e 15 anos. Na mesma rua morava um sujeito vindo de Salvador.
Já que estamos no ano dos 80 anos de Raulzito, e o algoritmo me mandou umas músicas dele hoje, vou contar um caso ocorrido em 1989, na vila de Xingó, Piranhas, no sertão das Alagoas. O caso eu conto como o caso foi, diria o velho comunista. Vamos lá e segue o 🧶
Pessoal intransferível
Escute, meu chapa: um poeta não se faz com versos. É o risco, é estar sempre a perigo sem medo, é inventar o perigo e estar sempre recriando dificuldades pelo menos maiores...
Quem não arrisca não pode berrar!
Torquato Neto dando a letra, Paulo José dando show!
Tem sido muito comentado esses dias que
@gilbertogil fez a música de separação perfeita, e fez! Drão é coisa de extraterrestre. Mas ele fez tbm a canção mais perfeita, a mais bonita, de início, meio e do que se deseja de uma relação: A linha e o linho
www.youtube.com/watch?v=l3uh...
Prove que não é um robô
Havaiana emborcada, corro pra desemborcar. No meio do caminho, lembro: mainha já morreu... Ufa! Não foi minha culpa... Deixo ela pra lá!
Havia uma preguiça no quintal
O que mais me impressiona da absolvição de Daniel Alves é que ele mudou de versão 3489 vezes, mas o depoimento da vítima é que não foi convincente.
ta tudo pra lascar, prima
Dorival
Isso aqui é feladaputice da feladaputice
charge: A entrevistadora pergunta ao Fernando, que está sentado à sua frente, “Só pra esclarecer: você não tem vergonha de querer que os ricos paguem alguma coisa nesse país?”
simples assim
Mas o urubu não pode devorar o boi
Todo dia chora, todo dia chora
Mas o urubu não pode devorar o boi
Todo dia chora, todo dia chora
Boa semana!
O Santa Cruz nunca perdeu para o PSG.
Cunha Lima sendo cunha lima
Eu quero que o vídeo do casal crente do cu quente se espalhe pra espantar os crentes de Olinda