“Esta maioria cada vez mais colada à direita radical populista parece não gostar de pessoas e ter algo a ditar que afectará todos.”
“Esta maioria cada vez mais colada à direita radical populista parece não gostar de pessoas e ter algo a ditar que afectará todos.”
Dois temas do lema central do Estado Novo são de novo bandeiras. Nunca deixamos de ser patriotas, mas estamos cada vez mais nacionalistas. A família sempre foi o núcleo central de boa parte dos cidadãos, mas agora só pode ser dos portugueses de "sangue puro".
A suprema ironia.
O estado a que chegamos, porém, não pode ser encarado como sendo inevitável. E na democracia e nos media, principalmente nas televisões privadas, torna-se de novo imperativo lembrar a mensagem do poema de Dylan Thomas: "Do not go gentle into that good night/Rage, rage against the dying of the light"
Pelas 12h de hoje, as TV’s preferiram ouvir Ventura em directo após votar, em vez de ouvirem primeiro um ex-Presidente da República. Quiseram saber o estado de saúde, a que horas ia à missa e saber que ainda não fez todos os exames. Isto é entretenimento para as moscas, não é informação.
A vitória de Trump indica que o povo norte-americano está doente. E que a “doença” se está a espalhar pelo mundo. A democracia é o melhor sistema que conhecemos, pena que sirva de rampa para o poder ao populismo e ao autoritarismo.
Estudo do IPPS-Iscte ouviu 1207 pessoas e mais de 74% dizem que justiça funciona mal. Só o SNS tem percentagem negativa próxima (67%). Polícias, forças armadas e câmaras avaliadas positivamente.
Bom dia, Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Espero a qualquer momento uma posição sobre esta capa miserável.
www.publico.pt/2024/06/19/o...
Os crimes não são crimes, mas a prova que nada prova recolhida pela vigilância deve ser mantida: nunca se sabe, o que não é crime pode vir a sê-lo. Não foi assim com algumas escutas de Sócrates.
Caras televisões, não existem martelos na justiça portuguesa. Só nas séries norte-americanas.
Acordar com a telha
Porto.
Andamos há três dias a ouvir que há petróleo no Largo do Rato repetido até à exaustão nos média. Já não há pipeline que resista.
Estive hoje em frente à Câmara do Porto em apoio aos colegas da Global Media. O que se passa com os jornalistas do JN, DN, TSF e outros títulos do Grupo pode ter efeitos tremendos nos cidadãos e no regime democrático que neste momento nem se imaginam.
Soberbo. Uma rádio que não se acobarda perante o grande rilhador de couratos! 📸 Visualiza este vídeo no Facebook www.facebook.com/share/v/y38b...
Sobre um CEO dos media que decidiu falar mal do PÚBLICO, recordo empresários como Belmiro e Balsemão. Só para dizer dois com educação e provas dadas. Já houve despedimentos em todo lado, o PÚBLICO nada deve. O país deve bastante aos fundadores deste jornal livre e a Belmiro.
#somosjn
A Democracia precisa de jornalismo e de jornalistas. E de um JN forte e vivo.
Em causa está um caso apelidado como “banhada” no submundo do tráfico, em que a vítima não pagou a droga ou roubou dinheiro a fornecedores. Homem foi submetido a cirurgia e está em perigo de vida.
@sofiafigueiras.bsky.social
Em Cuba há corrupção e dirigentes déspotas encapotados de cordeiros preocupados com o povo. Sobra esperança nos jovens cubanos mais esclarecidos que em 2021 fizeram uma grande manifestação e prometem voltar. 700 foram presos.
E o homem que mais aparece estampado nas camisolas como ícone da liberdade torturou centenas de pessoas, muitas crianças. E não me falem no embargo dos EUA que é de efeitos bem mais pequenos comparados com tudo isso. Além do mais, esteve suspenso com o Obama e a vida dos cubanos continuou a piorar.
Quem ousa dizer o que pensa pode ser detido, ficar na cadeia uns anos ou morrer. Onde é que já vimos isto?
Em Cuba há milhares de presos políticos, crianças e adultos a passarem fome (quase todos mostram bem os ossos à capa da pele), não há liberdade de imprensa nem de pensamento, a oposição está proibida por lei e há um único partido.
As revoluções são extraordinárias quando beneficiam a generalidade das pessoas, sejam elas de esquerda ou de direita. Quando assim não é, por muito românticas que se assumam e apareçam estampadas numa t-shirt, são apenas a condenação de um povo.
Por mais documentários ou livros que já se tenha lido, a realidade à saída de um hotel de cinco estrelas em Cuba (os que não deixam dúvidas de terem água e papel higiénico) é inimaginável para alguém que já esteve noutros países como Luanda, por exemplo.