Gosto de ler autores/as. É como se demorar num país estranho, aprender uma língua. No caso da Arendt, é uma autora com a qual tenho uma amizade tensa, rs.
Gosto de ler autores/as. É como se demorar num país estranho, aprender uma língua. No caso da Arendt, é uma autora com a qual tenho uma amizade tensa, rs.
Aniversário da Rosa Luxemburgo. Como alguém que anda com saudade da Arendt, lembro do ensaio que ela lhe dedicou em "Homens em tempos sombrios".
Boa reflexão sobre IA na academia (a da pesquisa). Acrescentaria ao rol saber trabalhar com métodos mistos, mas no geral faria a mesma aposta do autor: repertório e densidade teóricos e pesquisa baseada em trabalho de campo podem ter renovada importância. hegemon.substack.com/p/the-age-of...
"And what shall one say of those who would rather throw all mankind out of the window, as it were, in order to save one man in high position...?"
Hannah Arendt, "Personal Responsibility Under Dictatorship" (1964).
Beautiful tribute.
Opa! Pelo visto cheguei a tempo de desejar um ano de vida bom e bonito para a Beatriz também. Que não te faltem alegria e saúde!
Sou Beija-Flor e fiquei muito feliz.
Niterói trouxe a campeã e a rebaixada. A glória e a treta, alpha e ômega, as coisas da vida, o medo de amar.
Ano que vem quero estar com meus amigos onde meu coração está nesta época: na Bahia.
Todo mundo cantando muito, como se a vida dependesse disso.
Não tem nem o que falar da Beija-Flor. Diferente de tudo.
Estou esperando a Beija-Flor, mas muuuito fofa a Mocidade.
É, o São João organiza menos o calendário nacional. Lembrei agora que cheguei a Salvador num São João. O Rio Vermelho estava às moscas.
Entendo e me conecto com isso. Depois que morei na Bahia sou acometida de certa nostalgia nas duas festas. Não passa nunca mais.
Claro, o contexto, o modo de uso da associação e o valor associado a essa forma explicam que tenham se sentido ofendidas. Por isso acho analiticamente interessante.
A revolta de lideranças evangélicas é interessante do ponto de vista analítico porque justamente elas (e parte de católicos em mídias) agiram associando cristianismo e conservadorismo. Indexaram uma coisa à outra, tornando inconcebível ser, ao mesmo tempo, de esquerda e cristão.
Um risco inacreditável de se correr esse.
A Regina Casé disse numa entrevista à Astrid Fontenelle mais ou menos o seguinte: se está ruim em todo lugar, ao menos no Brasil a gente tem de onde tirar. Eu concordo com ela.
Com o mundo na situação em que está, tem muito valor um país que tem experiência comunal, em que as pessoas se agregam em torno de música, de festa.
Obrigada! Muito bom te encontrar por aqui.
Fiz um experimento refletindo sobre como pensar as relações entre religião e agro, sem substancializá-los. O ISER se animou a publicá-lo.
pp.nexojornal.com.br/opiniao/2026...
Estou na mesma: desde sexta sem conexão, tendo que preparar fala pra congresso na terça e memorial, documentação, tudo pra concurso na quarta.
Sinto muito. Pode haver dor igual; maior, não há. Um abraço, Aline.
Também.
Fugi de todas as notícias sobre o episódio do cachorrinho. Fiz questão de não saber detalhes. Hoje estava tomando café com familiares e alguém começou a falar a respeito. Resultado: meu feed foi tomado, e eu estou totalmente desarticulada, emudecida por dentro.
Para mim, a questão não é o que ler, porque acho que a gente deve ler tudo o que der e der vontade. A questão é como interrogar o que lê. É uma questão de abordagem, do que a orienta, do grau de compromisso e competência analíticos.
Trabalhos acadêmicos que já usei para pensar cosmologização e classificação, ao menos como pontos de partida: a crítica que Asad faz aos usos da categoria religião pela antropologia simbólica e o curso de Bourdieu sobre classificação no Collège de France.
Faltou um "a". Desculpe.
Para mim a coisa se resume pensar o pensar, seja de quem for, e as condições dele. E tem de ter abertura mesmo em relação aos sujeitos pensantes.
A academia não tem a prerrogativa do discurso sobre o social. Mas talvez continue sendo uma instância importante quando se trata de classificar e autorizar o que é e o que não é analítico e mesmo de discutir com rigor as classificações operantes, inclusive as suas próprias.