Legal. Quando estiver pronto vou conferir seu paper sobre o tema. 👍
Legal. Quando estiver pronto vou conferir seu paper sobre o tema. 👍
As decisões são exemplos de “anchoring-and-adjustment bias”, que foca em uma prova ou argumento, mas provoca erros lógicos em sequência.
Aliás, é uma falha de doutrinadores processuais como Michele Taruffo.
Sempre perguntam: “por que a filosofia está em crise?”
Estou relendo Ryle. Talvez seja o principal para quem quer entender como a ciência da operação humana muda tudo.
Até mesmo o que entendemos como Direito.
Se os ativos empresariais têm prejuízos, o que fazer? Pedir recursos ao mercado como investimento. Mas aqui usam a estrutura pública para dissolver prejuízos sem riscos, ou seja, tem apenas um ganhador.
“Todos os brasileiros pagarão o prejuízo.”
Nem mesmo uma ideia de federalismo cooperativo permite que o preço seja direto ao cidadão.
A falácia dos custos perdidos insiste em um modelo ruim e cega o Estado. O prejuízo deve ser fracionado entre aqueles que falharam na operação.
Se o “voto” negasse a aprovação, o Judiciário seria chamado novamente de qualquer forma, pois sua função tem uma natureza redundante. Ou seja, a decisão judicial é apenas um entrave para acomodar expectativas.
O caso é exemplo acadêmico das ilusões institucionais.
Judiciário ordena que diretor vote, esquecendo que a ordem dissolve travas cognitivas em uma instituição de controle, que passa a “votar” em apenas um sentido. +
Banimentos de rede são meios de contenção daqueles que impugnam os padrões existentes, que nas atuais democracias em crise podem ser os extremistas, direitistas etc.
Qdo eles ainda assim vencem, o meio se mostrou inadequado, pois a rede não é exatamente a causa. Esse o ponto.
A matriz do problema é achar q o modo de operação do Direito, o constitucionalismo e a democracia fossem o patamar final de evolução, que é a nova “cegueira do presente”.
Ancorar a rede social como causa p as crises tem um efeito: dificultar o diagnóstico correto. Os resultados têm causa diversa…
Seu ponto é correto, mas vou corrigir o seu alvo. Ainda não existe um diagnóstico adequado das causas das crises, o q incentiva a busca por culpados. Temos uma manifestação neural p isso e um dos mais invocados é a rede social. Mas mudanças de modelos e regimes sempre ocorreram independente dela. +
As democracias estão em crise. Mas achar que suas causas são as redes sociais é uma estupidez cega.
No Brasil, o X não funcionou e mesmo assim um lado político “prejudicado” cresceu.
Limitar a liberdade de expressão não é um bom caminho. O backfire é ainda mais forte.
Ótima dica e o efeito é ainda maior. Vai perceber que o método não é um fim em si e que visões diferentes mostram como ele é insuficiente para explicar qualquer realidade.
Entro aqui na rede e o primeiro post que vejo é o seu.
O curioso é que eu estava com o livro ontem e relendo as descrições das ruas de Paris no séc. XIII para uma pesquisa.
O algoritmo do Bluesky está aprovado. 👍😆
Confundir burocracia com Direito é um erro e um perigo em democracias.
Matéria mal redigida. A origem do problema: eficiência. O gasto aumenta, mas os resultados pioram.
Isso ocorre porque não existem incentivos competitivos para os bons resultados. Não é apenas uma questão de gasto.
Só esquecerem de dizer que isso não é função do TCU.
Uma curiosidade ajuda a entender a origem do problema. No Brasil, crimes tributários não têm efeitos penais.
Em sociedades onde o valor coletivo é forte, negar a contribuição é crime grave. Por aqui, vale a pena pensar só em si e não pagar.
Quem criou isso? Sim, o STF.
O detalhe é que as decisões usam apenas argumentos secundários e
não enfrentam os fatos. Por quê? Como diz o ditado, não há argumentos.
Os maiores esquemas de corrupção do mundo foram descobertos e somente uma dissonância cognitiva é capaz de negá-los.
Rara observação: “Esses batalhões exigem de seus representantes um alinhamento cada vez mais estrito às linhas partidárias e desmoralizam os moderados.“
Lembram dos “isentões”?
São eles que conseguem acordar da cegueira. Precisamos cada vez mais deles.
Rara observação: “Em contrapartida, esses batalhões exigem de seus representantes um alinhamento cada vez mais estrito às linhas partidárias e desmoralizam os moderados.“
Lembram dos “isentões”?
Pois são eles que conseguem acordar da cegueira. Precisamos cada vez mais deles.
Existe uma lógica básica que poucos enxergam: gastar mais sem controle significa mais pressão no consumo real. O impacto mais visível é sobre o meio ambiente. Não é mera questão fiscal.
Já existem instituições para apurar isso e gastar mais recursos não é necessário. Basta dialogar com elas e avançar no tema.
Precisamos parar de gastar novos recursos para reinventar a mesma roda.
Medidas para evitar a situação foram adotadas há mais de uma década por quem cuida do Brasil na realidade.
Mas governos insistem no erro e sabotam tudo.
O mundo não vive de promessas.
Parabéns! Finalmente alguém entendeu a chave do problema.
A corrupção é o vetor que impede a evolução da República em todas as áreas.
Recursos não produzem resultados? Alta concentração de renda? A carga tributária só aumenta?
Tudo isso passa pela corrupção. Se alguém defende que ela exista de alguma forma, não se engane: no mínimo, é ignorância.
É exemplo acadêmico da “falta de integração da norma”. Sǎo pessoas indiferentes à lei penal e o fato de crimes ambientais não terem efeito prático piora a situação.
Mas antes que alguém desvie o foco: o problema não é apenas da lei, mas de quem julga com ela.
Outro belo argumento. Mas agora contraditório…
Belo argumento.
Dualismos são categorizações de compreensão da realidade. Outras são ainda piores, como as de Descartes e Kant.
Os pontos do Pondé são bons, mas esquece do essencial: o problema não é das categorias. Mas do não entender que o irracional não se supera com a razão. Por isso a filosofia falha.
A condição do “desistir dos recursos” é pior do que se pensa. É até possível entre partes de um processo. Mas quando o “acordo” é com o julgador, o poder judicial vira instrumento do próprio ilícito.
Tem várias afetações neurais, mas basta pensar: por que o medo da sua decisão ser exposta?