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Passando para agradecer a cada camarada, pelo apoio as minhas reflexões, mas amanhã estarei excluindo a minha conta.
Sento diante do meu lobo interior, o meu uivo jamais dobrará joelhos para a hipocrisia e dogmas dessa sociedade, nada sou que um ser comum, um poeta que sempre lutou por um mundo melhor, com ideias e ideais humanitario, pequenino diante da montanha, mas um giigante diante das injustiças.
Jair Lisboa
Sento diante do meu lobo interior, o meu uivo jamais dobrará joelhos para a hipocrisia e dogmas dessa sociedade, nada sou que um ser comum, um poeta que sempre lutou por um mundo melhor, com ideias e ideais humanitario, pequenino diante da montanha, mas um giigante diante das injustiças.
Jair Lisboa
Sento diante do meu lobo interior, o meu uivo jamais dobrará joelhos para a hipocrisia e dogmas dessa sociedade, nada sou que um ser comum, um poeta que sempre lutou por um mundo melhor, com ideias e ideais humanitario, pequenino diante da montanha, mas um giigante diante das injustiças.
Jair Lisboa
Sento diante do meu lobo interior, o meu uivo jamais dobrará joelhos para a hipocrisia e dogmas dessa sociedade, nada sou que um ser comum, um poeta que sempre lutou por um mundo melhor, com ideias e ideais humanitario, pequenino diante da montanha, mas um giigante diante das injustiças.
Jair Lisboa
Guerra a essa burguesia, fogo em tudo.
Sento diante do meu lobo interior, o meu uivo jamais dobrará joelhos para a hipocrisia e dogmas dessa sociedade, nada sou que um ser comum, um poeta que sempre lutou por um mundo melhor, com ideias e ideais humanitario, pequenino diante da montanha, mas um giigante diante das injustiças.
Jair Lisboa
Sento diante do meu lobo interior, o meu uivo jamais dobrará joelhos para a hipocrisia e dogmas dessa sociedade, nada sou que um ser comum, um poeta que sempre lutou por um mundo melhor, com ideias e ideais humanitario, pequenino diante da montanha, mas um giigante diante das injustiças.
Jair Lisboa
Sento diante do meu lobo interior, o meu uivo jamais dobrará joelhos para a hipocrisia e dogmas dessa sociedade, nada sou que um ser comum, um poeta que sempre lutou por um mundo melhor, com ideias e ideais humanitario, pequenino diante da montanha, mas um giigante diante das injustiças.
Jair Lisboa
Sento diante do meu lobo interior, o meu uivo jamais dobrará joelhos para a hipocrisia e dogmas dessa sociedade, nada sou que um ser comum, um poeta que sempre lutou por um mundo melhor, com ideias e ideais humanitario, pequenino diante da montanha, mas um giigante diante das injustiças.
Jair Lisboa
Sento diante do meu lobo interior, o meu uivo jamais dobrará joelhos para a hipocrisia e dogmas dessa sociedade, nada sou que um ser comum, um poeta que sempre lutou por um mundo melhor, com ideias e ideais humanitario, pequenino diante da montanha, mas um giigante diante das injustiças.
Jair Lisboa
Sento diante do meu lobo interior, o meu uivo jamais dobrará joelhos para a hipocrisia e dogmas dessa sociedade, nada sou que um ser comum, um poeta que sempre lutou por um mundo melhor, com ideias e ideais humanitario, pequenino diante da montanha, mas um giigante diante das injustiças.
Jair Lisboa
Sento diante do meu lobo interior, o meu uivo jamais dobrará joelhos para a hipocrisia e dogmas dessa sociedade, nada sou que um ser comum, um poeta que sempre lutou por um mundo melhor, com ideias e ideais humanitario, pequenino diante da montanha, mas um giigante diante das injustiças.
Jair Lisboa
Sento diante do meu lobo interior, o meu uivo jamais dobrará joelhos para a hipocrisia e dogmas dessa sociedade, nada sou que um ser comum, um poeta que sempre lutou por um mundo melhor, com ideias e ideais humanitario, pequenino diante da montanha, mas um giigante diante das injustiças.
Jair Lisboa
Sento diante do meu lobo interior, o meu uivo jamais dobrará joelhos para a hipocrisia e dogmas dessa sociedade, nada sou que um ser comum, um poeta que sempre lutou por um mundo melhor, com ideias e ideais humanitario, pequenino diante da montanha, mas um giigante diante das injustiças.
Jair Lisboa
Sento diante do meu lobo interior, o meu uivo jamais dobrará joelhos para a hipocrisia e dogmas dessa sociedade, nada sou que um ser comum, um poeta que sempre lutou por um mundo melhor, com ideias e ideais humanitario, pequenino diante da montanha, mas um giigante diante das injustiças.
Jair Lisboa
Sento diante do meu lobo interior, o meu uivo jamais dobrará joelhos para a hipocrisia e dogmas dessa sociedade, nada sou que um ser comum, um poeta que sempre lutou por um mundo melhor, com ideias e ideais humanitario, pequenino diante da montanha, mas um giigante diante das injustiças.
Jair Lisboa
Sento diante do meu lobo interior, o meu uivo jamais dobrará joelhos para a hipocrisia e dogmas dessa sociedade, nada sou que um ser comum, um poeta que sempre lutou por um mundo melhor, com ideias e ideais humanitario, pequenino diante da montanha, mas um giigante diante das injustiças.
Jair Lisboa
Sento diante do meu lobo interior, o meu uivo jamais dobrará joelhos para a hipocrisia e dogmas dessa sociedade, nada sou que um ser comum, um poeta que sempre lutou por um mundo melhor, com ideias e ideais humanitario, pequenino diante da montanha, mas um giigante diante das injustiças.
Jair Lisboa
Sento diante do meu lobo interior, o meu uivo jamais dobrará joelhos para a hipocrisia e dogmas dessa sociedade, nada sou que um ser comum, um poeta que sempre lutou por um mundo melhor, com ideias e ideais humanitario, pequenino diante da montanha, mas um giigante diante das injustiças.
Jair Lisboa
Sento diante do meu lobo interior, o meu uivo jamais dobrará joelhos para a hipocrisia e dogmas dessa sociedade, nada sou que um ser comum, um poeta que sempre lutou por um mundo melhor, com ideias e ideais humanitario, pequenino diante da montanha, mas um giigante diante das injustiças.
Jair Lisboa
Sento diante do meu lobo interior, o meu uivo jamais dobrará joelhos para a hipocrisia e dogmas dessa sociedade, nada sou que um ser comum, um poeta que sempre lutou por um mundo melhor, com ideias e ideais humanitario, pequenino diante da montanha, mas um giigante diante das injustiças.
Jair Lisboa
Sento diante do meu lobo interior, o meu uivo jamais dobrará joelhos para a hipocrisia e dogmas dessa sociedade, nada sou que um ser comum, um poeta que sempre lutou por um mundo melhor, com ideias e ideais humanitario, pequenino diante da montanha, mas um giigante diante das injustiças.
Jair Lisboa
Sento diante do meu lobo interior, o meu uivo jamais dobrará joelhos para a hipocrisia e dogmas dessa sociedade, nada sou que um ser comum, um poeta que sempre lutou por um mundo melhor, com ideias e ideais humanitario, pequenino diante da montanha, mas um giigante diante das injustiças.
Jair Lisboa
Seus eleitores
Um rebanho de desgraça
Fala isso a maioria dos jumentos do sul e sudeste centro Norte e minoria sem alma do nordeste
Rodrdte resistência intelecto de corpo e alma
Memórias da consciência regional, votos predominam Estados do caos, rios sangrando no sul com enchentes, escolas públicas sendo privatizada, com a ignorância de um povo e políticos no poder, SP elege um sequestrador de sonhos infantis, com colégios opressores militar. Privatizar sangra!
Jair Lisboa