Axelle Ropert acerca de “Como Você Sabe”, nova tradução no Vestido sem costura: vestidosemcostura.blogspot.com/2024/12/como-v…
Axelle Ropert acerca de “Como Você Sabe”, nova tradução no Vestido sem costura: vestidosemcostura.blogspot.com/2024/12/como-v…
Novembro 🍂
Muito provavelmente este é o melhor texto que você encontrará sobre a Diagonale, produtora de filmes francesa fundada por Vecchiali e companhia. Se tens interesse, chegue junto!
Leia Uma estreia na vida, por Pierre Eugène, no blog Vestido sem Costura: vestidosemcostura.blogspot.com/2024/11/uma-es…
Abaixo, Bellour disserta sobre os faroestes de Anthony Mann, com destaque para aqueles protagonizados por James Stewart. Com esta nova tradução, encerramos a trilogia de ensaios do autor acerca do western. Leia o texto na íntegra no Vestido sem costura: vestidosemcostura.blogspot.com/2024/11/anthon…
🫰
Sextou.
#60 The Far Country (Anthony Mann, 1954) [Revisão]
#59 The Naked Spur (Anthony Mann, 1953) [Revisão]
#58 Bend of the River (Anthony Mann, 1952) [Revisão]
Na cidade fantasma a qual se refere o título brasileiro, lê-se apenas o nome de Anabella Baxter, de dois anos e cinco meses, em uma empoeirada lápide de madeira.
#57 The Law and Jake Wade (John Sturges, 1958)
Para Camille Nevers, a comédia romântica é “o gênero mais filosófico que se tem no cinema”. O texto, escrito na ocasião dos 20 anos do lançamento de As good as it gets na França, você encontra traduzido no blog Vestido sem costura: vestidosemcostura.blogspot.com/2024/11/melhor…
Outubro no @letterboxd.social:
No Letterboxd, uma lista com todos os filmes mencionados no ensaio: letterboxd.com/silvaezequie...
Continuando a rodada de ensaios sobre o cinema faroeste assinados pelo Raymond Bellour com este belíssimo texto, o qual teça uma teogonia da representação da mulher no western.
Nova tradução para o Vestido sem costura: vestidosemcostura.blogspot.com
Segunda temporada de Anéis de Poder sem vergonha nenhuma de ser feliz
Eu voto com o relator @diogoserafim.bsky.social. Revi L’Eclisse na sequência dos outros dois da trilogia, antes de encarar o deserto rosso, e foi uma boa experiência
Harry Carey é Cheyenne Harry.
#56 Straight Shooting (John Ford, 1917)
Entre balanços e balançados.
#55 River of No Return (Otto Preminger, 1954)
Começou com festival de cinema mudo e terminou com o início de uma incursão nos filmes da Diagonale…
Setembro no @letterboxd.social:
Signo de impotência.
#53 The Fastest Gun Alive (Russell Rouse, 1956)
La Machine (Paul Vecchiali, 1977)
adicionarem*, né
Uns se animam com os likes nas redes sociais, outros com seguidores, eu me animo mesmo quando vejo vocês adicionaram na watchlist do Letterboxd um filme que eu acabei de logar
Por fim, mas não menos importante, mais um Lubitsch. Oitavo e último filme que eu havia me programado para assistir durante o festival: boxd.it/7jNUY7
Encerrei a sessão tripla de quarta-feira com este filme alemão dirigido pelo Dreyer, praticamente um romance gay entre pintores vampiros: boxd.it/7jL6qP
Hoje foi a vez de conferir o primeiro de dois filmes do Ernst Lubitsch programados pelo festival que eu pretendo assistir: boxd.it/7iO7Wf
Coincidentemente eu vi ontem no cinema. É fantástico
Outro centenário de 1924. Ontem eu fui assistir ao meu primeiro Raoul Walsh – cineasta que eu praticamente só conheço os faroestes – no cinema: boxd.it/7iCSGz