Tenho medo de ti e deste amor que à noite se transforma em verso e rima.
Tenho medo de ti e deste amor que à noite se transforma em verso e rima.
Se me falta o que não vejo me sobra tanto desejo, que este, o dos olhos, não importa.
Disse-me um dia: “Vivemos juntos. No Egito. Uma vida antiga. Sabias?”
Carrega-me contigo. No Amanhã.
E brilhos no teu sadismo e perdição na minha cara.
Palavras eu as fiz nascer dentro da tua garganta.
(...) eu sou um rosto tripartido à procura de sua primeira identidade.
E ainda que as janelas se fechem, meu pai, é certo que amanhece.
eu tô tão chateada e sentida, saber que não fui nada pra alguém que era tudo pra mim
me leve com sua ausência, mas não me tire de você.
Nós, poetas e amantes o que sabemos do amor? Temos o espanto na retina diante da morte e da beleza.
sou muito idiota por achar que você ainda sente a minha falta tanto quanto eu sinto a sua
Um pouco do divino estava em nós.
(...) melhor calar quando teu nome é paixão.
e não há nada que eu possa fazer para mudar isso
infelizmente, é uma dor que carregarei em meu peito pelo resto de minha existência
é você, sempre foi e sempre vai ser você
independente do que seja, vai ser sobre você que falarei com os meus filhos quando perguntarem sobre o amor mais genuíno que senti
Um coração minúsculo tentando escapar de si mesmo, dilatando-se à procura de puro entendimento (...)
O poeta inventa viagem, retorno, e sofre de saudade
Tudo vive em mim. Tudo se entranha na minha tumultuada vida.
céus, eu nunca vivenciei dor maior
descobrindo que fingir que não sinto nada não me faz deixar de sentir
é tanta dor que não me cabe no peito, transborda e me leva junto dela
será que não mereço ter algum vínculo genuíno e que me faça feliz?