é muito interessante essa questão da confissão em contexto desespiritualizado, secular. santo agostinho tinha deus, trocava a podridão da alma por salvação. e as erneaux da vida, trocam pelo que né
é muito interessante essa questão da confissão em contexto desespiritualizado, secular. santo agostinho tinha deus, trocava a podridão da alma por salvação. e as erneaux da vida, trocam pelo que né
o coetzee tem um ensaio antiguinho bem interessante exatamente com esses argumentos monja. web.english.upenn.edu/~cavitch/pdf...
meu deus que lindo. infelizmente não sou capaz de fazer eu acho
por favor
mal pisei no rio de janeiro minha cabeça começou a balançar e meus lábios a balbuciar “simplesmente não dá essa cidade”
não sei se posso…. (mas é bobagem, um erro de grafia, só achei engraçado no contexto exibicionista do texto)
obrigado, não conhecia!
traduzindo certo autor conhecido e amado pela extrema - ainda que engraçada - arrogância virtuosa, claramente escrevendo com o pau na mesa, não consigo evitar o prazer mesquinho em pescar erros crassos no emprego de termos alemães
as mesquinharias que fazemos ao longo do caminho
qual o livro?
procurei por horas aqui uma edição alemã de 1960 mas não existe mesmo pdf (pior que consigo ler um pouco essa fonte, e sempre quis traduzir especificamente esse no freestyle, só sentar e fazer (embora pesquisar fosse ser lindo tb))
tô confuso que no prefácio ele diz que vai resgatar o texto original em latim de antes de ser modificado pelas inúmeras traduções, mas aí o texto é repleto dessas barbaridades "o homem não tem Geist"
quase
isso vai virar regra e jaja é você e evelyn fazendo vídeo
a proporção maníaca é: três tuítes para cada linha escrita no documento de solicitação de bolsa
!!
UM seguidor ;_;
(vi o trailer do novo filme e lembrei dessa piada que não sei se li ou sonhei)
uma tristeza que no brasil não exista nenhuma padaria chamada padoka magica
anos 90*
citou a barsa!! (versão anos 2000 de citou a wikipedia)
nao lembro dela no sebald. mas sim, uma barsa, tá toda aqui: archive.org/details/derg...
fui conferir pra ver se o autor tava inventando mas não, tá lá direitinho no verbete ”Blitz” como ele diz
e cabe à criatura, máquina ou humana, escolher se stotternder Donner vai virar trovão gaguejante, trovão gago, trovão que gagueja, gaguejante trovão.
e daí decidi se vai manter a mesma a mesma coerência, mexer, remexer, até construir tudo que escapa ao sentido: tom, voz, aliterações
em literatura, mesmo na literatura mais papai e mamãe em termos de estilo (sujeito-verbo-predicado), qualquer tradutor decente sabe que poderia ficar pra sempre escolhendo um adjetivo. adjetivos podem parecer comportados, mas funcionam loucamente diferente de língua pra língua, por exemplo
às vezes, diante de textos em estilo factual-objetivo-direto, bate uma ansiedade de que a IA conseguiria traduzir razoavelmente. o que fiz foi ficar 2h nessas duas páginas de catálogo de trovão, testando e brincando, depois jogar numa IA e constatar que não, mas não consegue mesmo
pessoalmente, gostei muito de "trovão-de-percussão".
(Pauken-Donner, se quiserem seguir minha sinapse)
às vezes o trabalho te dá oportunidade de traduzir categorias inventadas de trovão. é onde tradução literal não dá conta e pode brincar (lá fora cai o mundo)
ah não tava ligado, tinha visto do nada um tanto das timelines lendo IJ há uns meses do nada.
fico pensando como seria reler hj mas acho que seria um retorno brutal demais a um outro século não sei se sobreviveria
impressão minha ou tá rolando um dfw revival
even before that, it comes from old german version from “melken“ (hence Milch -> Milk), which just means the hand movement technique of extracting fluids (from animals or plants). a so stupid a ruling could‘ve been avoided with just one linguist in the room
não sabia tbbb, obrigado! (o trailer lembrou demais o último, roter himmel)
não acreditem em narradores que permanecem impávidos sem sofrerem das coisas que narram. prefira quem se afunda em espirais de insanidade na mão do que criticam