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A greve acabou, a revolta não: é hora de radicalizar a luta em BH!.
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#Entrevista #LutaPopular #TrabalhadorUnido #BeloHorizonte #Direitostrabalhistas #Educao #GreveemBH #JornalAVerdade […]

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Frente Negra Revolucionária recepciona estudantes durante banca de heteroidentificação na UFMG.
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#Educao #Juventude #LutaPopular #FrenteNegraRevolucionria […]

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Cinema: Meninas do Brasil | Outras Palavras O documentário Hora do recreio mostra a realidade brutal nas escolas das periferias do Rio e a arte como sublimação, mas também ato de rebeldia. Filme escapa do tom militantesco: há a denúncia e humor; carência e o frescor e vida pulsante dos adolescentes

Cinema: Meninas do Brasil.
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#Poticas #Amsicadame #Audiovisualbrasileiro #Cinamanacional #Complexodapenha #Djonga #Documentrio #Educao #Ensinopblico #Filmenacional #LciaMurat #RiodeJaneiro

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Estudantes ocupam SEDUC de São Paulo - A Verdade Estudantes ocupam SEDUC de SP para lutar contra a “sala do futuro” e denunciar descaso na educação no governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos)

Estudantes ocupam SEDUC de São Paulo.
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#Juventude #CortesnaEducao #Educao #Instagram #Movimentorebelese #Saladofuturo #SEDUC

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Escola pública e socialismo Ao analisar como são recebidas as políticas reformistas direcionadas ao complexo educativo, lembro de Lenin. No clássico _Que fazer_ , o líder bolchevique, argutamente, separa o burocrata do tribuno popular. Este representa os anseios do povo: suas necessidades, desejos e perspectivas. Aquele, apenas e no limite de suas elucubrações, pode defender o caminho ideológico da burocratização dos aparatos governistas, jamais a revolução socialista. Grande parte das discussões que giram hoje em torno das contrarreformas curriculares divide-se em duas vertentes bem distintas. Há, de uma banda, os que criticam as reformulações educativas, condenando-as e culpando as malandragens político-partidárias. No outro lado da moeda, situam-se as considerações que defendem o papel das esquerdas progressistas, com os sindicatos pelo meio, na manutenção do aparato estatal. Para estes, se os intelectuais ligados aos sindicatos docentes gerissem as políticas educacionais, a vida da escola pública seria um mar de marinheiro. Naturalmente que entre esses extremos existem muitas e variadas vertentes. Por mais estranho que pareça, é uma obrigação revolucionária, na presente armadura da crise conjuntural por que passa o capitalismo, defender a escola pública. Por meio de muitas e diversas mediações, a dialética da cova social tensiona o seguinte quadro: o aparato escolar aparece como um espaço de domesticação e adestramento à precarização profissional; mas que, por sua própria substância contraditória, talvez seja um dos últimos redutos onde o capitalismo moribundo abana, aos desafortunados da fortuna, algum tipo de possibilidade de acessar migalhas de sabedoria. Aqui entram as reflexões do marxista russo. A espontaneidade é o embrião da consciência. Não pode haver, como insiste o militante, mecanicismo na relação entre o espontâneo imediato e a conscientização da realidade. Essa dialética precisa considerar o caminho clássico do marxismo: a unidade da unidade na diferença. Isso é importante, uma vez que os engalfinhados na espontaneidade, como comenta Lukács, acabam por se acomodar na ingenuidade da inconsciência. Em consequência de estarem agarrados a inocentes crenças, limitam-se a registrar, divulgar e legitimar, com unhas, dentes e jargões, o retrocesso. Não há necessidade de argumentar sobre o modo como nossa sociedade se monta sobre um abissal atraso econômico-social: todos já o sabem. O ambiente público escolar serve hoje como um grande depósito de gente, disso não há dúvida. Outro ponto indubitável é que o capitalismo abrasileirado, que comemora seu atrasado processo de desenvolvimento, locupleta-se com as salas de aula abarrotadas. Ainda assim, é uma condição _sine qua non_ defender a escola pública como recinto que fermenta a contradição. Uma ressalva deve ser feita antes que as costumeiras e bem-intencionadas más interpretações soem seus sinos fúnebres. Do mesmo modo como afirmado acima, não pode haver hesitação sobre o seguinte: o ser humano não merece sobras. Qualquer indivíduo deve partilhar do melhor que sua espécie produz. O espaço fétido que a burguesia brasileira dispõe para que os filhos dos trabalhadores estudem, em nenhuma condição, pode ser pleiteado como _lócus_ de convívio e acesso ao conhecimento. Postado sobre essa tamanha contradição, longe de pleitear solucioná-la, importa deixar marcado que esta redação não nutre qualquer simpatia pelas românticas, idealistas e espontâneas abordagens que os analistas da hora fazem sobre o aparato escolar estatal. Alinhadas a esses pressupostos, essas vertentes não imaginam, de modo algum, que o aparato estatal, seja ele de direita, centro, esquerda ou sentado em cima do muro, não tem como resolver os problemas escolares. Não há como o capitalismo ofertar uma educação minimamente condizente com a humanidade que mora em cada pessoa. Para não ficar na crista da onda, importa dizer que o modelo educativo vigente não consegue formar profissionalmente conforme as reivindicações do famigerado mercado de trabalho, nem ofertar à elite uma formação humanizadora. Não obstante os filhos dos estratos médios da sociedade passarem nos vestibulares mais concorridos, nada disso afiança uma educação alinhada aos princípios humanos. Ou seja, nem a escola pública atende condignamente aos que dela precisam; nem a escola-empresa possui condições de formar a humanidade nos filhos das classes intermediárias. A fim de atender ao cenário produtivo em crise crônica, para dar conta das necessidades tacanhas do capital insuflado com problemas agudos, basta um processo educativo limitado, apequenado, fragmentado, em suma: precarizado. A educação escolar, por isso, entrega aos trabalhadores um espaço escolar fétido, enquanto, do outro lado da roda, a burguesia resguarda para si e para os seus prepostos um processo educacional não menos apequenado. Mesmo que este último consiga lograr êxito em alguns dos postos que a burocracia estatal reserva, e ainda que aqui o cheiro seja de um shopping, essa formação de nada serve para a emancipação humana. Esse processo educativo mesquinho, encabeçado pelas políticas públicas da moda, preocupa-se, no limite de suas forças e guardando as sempre bem-vindas contradições, em dotar os jovens-trabalhadores-estudantes das competências adequadas às exigências do mercado. Os empresários e seus diversos defensores — e aqui existem muitos e de várias matizes — não possuem ferramentas analíticas para entender essas contradições; seus seguidores acadêmicos, ainda menos. Para eles, que consideram ser as contradições coisas de comunistas, basta que seus inescrupulosos desejos educativos sejam postos em prática. De modo geral, e trocando o que precisa ser mudado, grande parte da esquerda democrática e do sindicalismo ligado à educação defende as reformas pelo atraso, pelo caminho da precarização. Os dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) demonstram que, após as reformulações empreendidas pelas esquerdas democráticas, houve um aumento, com larga margem, de matrículas na esfera privada. Lamento dizer que, indiferente e independentemente do meu desejo, esse acréscimo é real, e está comprovado pelo mesmo governo que se orgulha em afirmar que salvou a educação das mãos dos liberais. O mais importante é apontar que a questão não é somente político-parlamentar. A problemática é também, e principalmente, da estrutura do capitalismo. Esse modo de produção não pode permitir, via governos de alinhamento à esquerda ou à extrema-direita, a possibilidade de ganhos pelo aparato educativo. Mesmo assim, lutar pela escola pública é uma obrigação. É comum se ler que por meio da democracia, da autonomia, da autogestão e de uma nova prática pedagógica, seria possível o desenvolvimento democrático e a formação de sujeitos politicamente corretos. Todavia, é inviável à escola do capitalismo, seja ela pública ou empresarial, formar uma pessoa que não seja machista, racista, homofóbica, xenofóbica, entre um monte de outras variações citadas com frequência pela sociologia de plantão. Não há como, no atual modo de produção, produzir um processo educativo autônomo que faça a sociedade desembocar, automaticamente, na emancipação dos trabalhadores. Isso é o que se chama, mesmo que ela venha recheada de boas intenções, de ilusão de tamanho grande. Como repetiria Marx, de boas intenções o inferno está cheio: lotado, e não admite mais nenhuma carta de benevolência, ainda que esta seja cristã, ancestral ou de outra ordem transcendental. Como Lenin dizia, cabe ao tribuno popular defender ardorosamente o socialismo. Não se pode perder oportunidades. Do atual processo escolar, como era de se esperar, produz-se uma educação voltada para a restrição, para o apequenamento funcional, mas muito bem aparelhada à**ressignificação** criada pelos corredores universitários, adequada, e não poderia ser diferente, ao capitalismo. Caso o processo educativo estatal não funcione a contento, seus muitos intelectuais subservientes formatam uma outra, mais requintada e mais propícia ao aparato do emprego-desemprego contemporâneo. A _Base Nacional Comum Curricular_ (_BNCC_) é o exemplar mais atualizado disso. Não é novidade que o marxismo foi liquidado das façanhas acadêmicas. A burguesia tem hoje nesse espaço uma suíte de luxo pronta e acabada para seu descanso. O pensamento burguês, no entanto, há muito abandonou a condição de portar o carro que carrega o progresso da sociedade. O casamento entre esse pensamento e os corredores das universidades produz os efeitos ideológicos que têm como subprodutos, para usar as palavras de Lukács: “a desconfiança na cognoscibilidade da realidade objetiva, o desprezo por toda teoria, o desdém pelo intelecto e pela razão”. Pior: “quanto mais se torna reacionária a burguesia, tanto mais se reveste este aspecto ideológico”. É nesse ponto que o tribuno do povo precisa enfrentar, com todas as armas de que dispõe, o burocrata. Haja vista que este joga a escola ao encontro da espontaneidade, da exaltação ao imediatismo, do favorecimento a uma intelectualidade rasteira. Isso procura reforçar o intertravamento dialético da ideologia da calda, para usar a expressão de Lukács. Desnecessário dizer, mas vamos reforçar: esse obscurantismo se casa de véu e grinalda com os amesquinhados interesses burgueses. Como o conhecimento se baseia nas leis dinâmicas da sociedade e da natureza, essa espontaneidade não pode ser defendida. Cabe ao tribuno popular, o que tem compromisso com seu povo, realizar o que propõe Lenin: “aproveitar a mínima ocasião para expor diante de todos as próprias convicções socialistas e as próprias reivindicações democráticas, a fim de explicar a todos a importância histórica mundial da luta emancipadora do proletariado”. Ao fazer isso, a pessoa que assume a posição de tribuno popular repudia toda crença mística e mítica de que o conhecimento não pode ser de toda a humanidade. Essa tarefa, e isso o tribuno sabe bem, apenas cabe ao conjunto da classe trabalhadora: emancipar a humanidade das amarras do irracionalismo da mercadoria A posição de estar dentro de um debate que está longe de ser concluído impõe alguns obstáculos ao fechamento do presente texto. Isso se justifica, pois, enquanto a pessoa humana for refém do capital, a tarefa de desnudar o véu que a ideologia burguesa tenta pôr sobre o conhecimento, estará de pé. Essa função, não podendo pairar qualquer oscilação, cabe a quem assume o papel tribuno popular. Jamais ela pode ir parar nas mãos e nas mentes vendidas ou bem-intencionadas dos burocratas travestidos de democratas. Tampouco, naturalmente, pode caber em quem veste a roupa translúcida das oportunidades de ocasião. Aqui, talvez, resida a maioria. Esse semblante nada animador é o quadro em que a escola pública se encontra e precisa ser defendida. Ela, mesmo sem se isentar das contradições, guarda a potência dialética de fermentar o embrião da consciência e possibilitar ao trabalhador ascender da ingenuidade à compreensão do real. Quando se diz que o complexo educativo, mesmo sendo burguês, concentra o estado de potência que pode adubar tal ascensão, reserva-se o caráter dialético existente na realidade. O aparato escolar contemporâneo está muito distante de proporcionar aos filhos da classe trabalhadora a condição de sua libertação. Hoje, o que se encontra nessa proposta educacional é, como já escrito, a podridão das pretensões empresariais em estado puro de putrefação. De todo modo, para resguardar o caráter contraditoriamente dialético da realidade, defender a escola pública é tarefa do tribuno, logo, do revolucionário. Não custa repetir que essa defesa não pode ser gestada nas inocentes e/ou mal-intencionadas propostas que se espalham pelos corredores da pós-graduação brasileira, vista por todos os lados. Como Lenin repetiu inúmeras vezes, cabe ao tribuno popular defender radicalmente, antes de mais nada, o socialismo. A escola deslocada da revolução socialista vira, de um lado, um bibelô para deformar os estratos intermediários da sociedade. Por outro, permite, a quem precisa matar um leão por dia, aceitar o cheiro fedorento da burguesa. Ao ficar, portanto, preso à dificuldade de encaminhar essas linhas para um fechamento, sou plotado a recorrer à poesia. Na canção _Tudo para ser feliz_ , os versos do cantor e compositor Totonho assim ecoam: “Eu, Tinha tudo pra ser feliz: segundo grau completo, curso de datilografia, uma passagem de ônibus pra outro lugar do país […]”. As viagens utópicas que muito bem cabem na ilusão poética de boa cepa são aqui anunciadas pelos versos do artista. Elas podem ser articuladas aos migrantes que levantaram os cafezais mineiros. Aos retirantes que possibilitam a Sampa ser uma das maiores cidades do mundo. Aos moradores da caatinga baiana que pulverizaram os morros cariocas, impregnando aquilo que hoje se chama favela. O caso mais badalado, com efeito, é a construção de Brasília, onde as falanges das mãos dos candangos deram forma àquilo que imaginou Niemeyer. Hoje, depois de muitas reformulações educacionais pelo retrocesso, saber datilografar, portar um diploma de segundo grau e ter a mobilidade de migrar para outro lugar do mundo mais desenvolvido economicamente, nada garante. Sob as contrarreformas educativas, mesmo que sejam aquelas com o dedo sindical e com o acabamento da intelectualidade que ocupa a burocracia universitária, saber manipular a IA, ter uma passagem de avião para Londres ou Nova York, possuir um diploma da USP, do MIT, da Unicamp ou de Harvard, não assegura um emprego decente. A defesa da escola pública é uma obrigação, do socialismo é uma necessidade!

Escola pública e socialismo.
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#Educao #Escola #Estado #Socialismo

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Um contrato de R$ 1,348 bilhão, firmado sem licitação pela Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar (SEDUC) vai concentrar, em uma única entidade privada, o fornecimento ao planejamento integrado para todo o ensino fundamental e médio da rede estadual do Amazonas nos próximos anos. A ratificação foi assinada pela secretária Arlete Ferreira Mendonça, secretária de educação do governo Wilson Lima (União Brasil). O acordo firmado com a Fundação de Desenvolvimento e Inovação Agro Socioambiental do Espírito Santo – FUNDAGRES INOVAR foi oficializado no Diário Oficial do Estado no último dia 20 de fevereiro. O documento foi fundamentado em inexigibilidade por exclusividade, mecanismo que pressupõe inviabilidade de competição. A justificativa legal está amparada no artigo 74, inciso I, da Lei Federal nº 14.133/2021, que autoriza contratação direta quando apenas um fornecedor é capaz de atender à demanda. No setor de sistemas educacionais e plataformas digitais, entretanto, a demonstração de exclusividade é tradicionalmente considerada ponto sensível pelos órgãos de controle. A ausência de concorrência impede comparação pública de preços e propostas. O contrato prevê um escopo amplo: materiais didáticos e paradidáticos impressos e digitais, assessoria pedagógica, portal educacional, ferramentas de avaliação de aprendizagem e formação continuada de professores. Na prática, trata-se de um pacote que estrutura conteúdo, metodologia e tecnologia utilizados por toda a rede estadual. FUNDAGRES INOVAR possui relação direta com o agronegócio ## **TCE abre investigação** O Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) decidiu investigar o contrato de R$ 1,348 bilhão firmado sem licitação pela Secretaria de Educação (Seduc). A apuração foi provocada pela área técnica do próprio Tribunal, que questiona a escolha da contratação direta para fechar acordo com uma fundação do Espírito Santo responsável por fornecer um sistema integrado de ensino à rede estadual. Agora, o processo será analisado por um conselheiro relator, que pode inclusive determinar a suspensão do contrato antes do julgamento final. A principal dúvida levantada pelos técnicos é se havia justificativa legal para dispensar a licitação — já que essa modalidade impede a comparação pública de preços e propostas, especialmente em um mercado onde existem diferentes fornecedores de sistemas educacionais. ## **Um quarto do orçamento da educação** Com base na análise técnica da Lei Orçamentária Anual de 2026 (Lei nº 8.015/2025) e do Quadro de Detalhamento da Despesa (QDD), o cruzamento de dados orçamentários com a Portaria GS nº 164 revelou um dado de forte impacto para a fiscalização pública. A despesa total fixada para a Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar (SEDUC) em 2026 é de R$ 5.313.106.000. Dentro desse universo, destaca-se o contrato firmado com a Fundação de Desenvolvimento e Inovação Agro Socioambiental do Espírito Santo – FUNDAGRES INOVAR no valor de R$ 1.348.300.206. A análise estatística indica que o contrato isolado representa aproximadamente 25,37% de todo o orçamento anual da educação estadual. Em termos proporcionais, isso significa que, a cada quatro reais destinados ao ensino público no Amazonas em 2026, mais de um real está vinculado à execução da chamada “solução integrada de ensino” contratada junto à fundação capixaba. O percentual amplia a dimensão financeira do acordo já descrito como um dos maiores contratos diretos da administração estadual. ## **Centralização pedagógica e dependência estrutural** Embora não configure privatização da estrutura física ou dos servidores, o acordo transfere à fundação privada o suporte pedagógico e tecnológico da rede pública. O Estado permanece gestor da educação, mas passa a operar com conteúdo, plataformas e instrumentos fornecidos por entidade externa. O relatório técnico classifica o movimento como terceirização em larga escala. A identidade institucional da contratada adiciona outro elemento ao debate. A FUNDAGRES é sediada no Espírito Santo e tem origem vinculada à inovação agro socioambiental, com histórico de atuação na articulação entre pesquisa, capacitação e extensão rural. Seu nome remete diretamente ao setor agroambiental, embora o contrato trate de ensino básico generalista. Os documentos analisados não indicam alteração explícita do currículo em direção ao agronegócio, mas registram que a fundação deterá controle sobre materiais didáticos, plataformas digitais e formação docente. A magnitude do investimento sugere que o a FUNDAGRES INOVAR será o “cérebro” pedagógico e tecnológico da rede estadual será estruturado por essa solução integrada. A adoção integral de um sistema privado pode gerar dependência tecnológica e metodológica de longo prazo. Ao concentrar conteúdo, avaliação e capacitação em uma única entidade, o modelo reduz alternativas imediatas de substituição ou diversificação de fornecedores. A mudança representa reconfiguração profunda da gestão educacional. Contrato isolado representa aproximadamente 25,37% de todo o orçamento anual da educação do Amazonas ## **Inexigibilidade não explicada** A fundamentação do contrato na inexigibilidade de licitação por exclusividade, prevista no artigo 74, inciso I, da Lei nº 14.133/2021, é um dos pontos que mais concentram atenção técnica. O dispositivo legal exige demonstração inequívoca de que apenas um fornecedor é capaz de atender à demanda, o que pressupõe inviabilidade real de competição. Em um mercado caracterizado pela existência de múltiplos sistemas de ensino, plataformas educacionais digitais e fornecedores de material didático, a alegação é, no mínimo, estranha. A adoção da inexigibilidade elimina a etapa de disputa pública de preços e propostas técnicas, mecanismo que tradicionalmente permite comparação objetiva entre soluções concorrentes. Caso órgãos de controle entendam que havia alternativas aptas a participar de um certame competitivo, o contrato pode ser alvo de questionamentos por possível vício de modalidade. A ausência de concorrência amplia o risco jurídico, especialmente diante da magnitude financeira envolvida e da centralidade do objeto contratado para toda a rede estadual. ## **Enquanto isso, educação precária** Apesar de avanços pontuais, os indicadores educacionais mais recentes apontam fragilidades que continuam a colocar desafios significativos para a educação no Amazonas. Dados do Indicador Criança Alfabetizada do Ministério da Educação mostram que, em 2024, apenas 49,2% das crianças até o 2º ano do ensino fundamental demonstraram alfabetização adequada — desempenho abaixo da meta nacional de 80% estabelecida para 2030 e entre os piores do país. Outros números do Censo Escolar 2024 revelam que a jornada ampliada de ensino, vinculada a melhores oportunidades de aprendizado, ainda é pouco difundida no estado. Embora o percentual de matrículas em tempo integral tenha crescido de 7,9% para cerca de 11% entre 2022 e 2024, o Amazonas figura na parte inferior do ranking nacional dessa modalidade no ensino fundamental, bem abaixo da média nacional e distante das metas educacionais que associam tempo integral a desempenho escolar mais consistente.

Amazonas transfere gestão educacional em contrato de R$ 1,3 bi sem licitação.
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#Portugus #Agronegcio #Educao #Poltica

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A estética da caserna e a gestão da juventude pobre: militarização escolar, desigualdades e autoritarismo.
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#Colunas #Destaque #Educao […]

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Universidade em disputa: da reforma de Córdoba às big techs.
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#Descolonizaes #AmricaLatina #Bigtechs #DarcyRibeiro #Educao #Intelignciaartificial #JooCarlosSalles #NaomarAlmeidaFilho […]

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Greve na Educação de BH: Basta de humilhação e salários de fome!.
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#Educao #LutaPopular #TrabalhadorUnido #BeloHorizonte #Educaomunicipal #Exploraodotrabalho #FuadNoman #MGS #MinasGerais #MLC […]

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Os professores temporários e o capitalismo - A Verdade Professores temporários já são maioria nas redes estaduais brasileiras, resultado direto da política neoliberal que precariza o trabalho docente e

Os professores temporários e o capitalismo.
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_Foto: Carlinhos Luz_ _Por Carlinhos Luz_ _Da Página do MST_ Entre os dias 20, 21 e 22 de fevereiro de 2026, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra no Pará realizou o Encontro Estadual do Setor de Comunicação no assentamento Abril Vermelho, localizado no município de Santa Bárbara do Pará. Com o lema: “Informar, Formar e Organizar!”, a atividade reuniu comunicadores e comunicadoras Sem Terra de diversas regiões do estado para debater os desafios da comunicação popular na Amazônia e fortalecer a organização do coletivo estadual. Durante os três dias de encontro foram aprofundadas reflexões sobre o papel estratégico da comunicação na disputa de narrativas em defesa da Reforma Agrária Popular. Entre os principais temas debatidos estiveram os desafios da comunicação popular na Amazônia, marcada por grandes distâncias territoriais, dificuldades de acesso à internet em áreas rurais e a forte presença da mídia hegemônica na região que muitas vezes criminaliza os movimentos e as lutas sociais na região. _Foto: Carlinhos Luz_ A militância também discutiu os desafios da comunicação Sem Terra, através da atuação da Frente de Massas, Comunicação e Direitos Humanos para o próximo período, considerando o cenário político e a necessidade de ampliar a presença do Movimento nas plataformas digitais e de se fazer uma comunicação popular vinculada à base organizada do Movimento. Foi reafirmado que a comunicação é parte da luta e que precisa denunciar as violências no campo, dar visibilidade à produção dos assentamentos e fortalecer a identidade Sem Terra. O encontro foi espaço de partilha das experiências de rádios comunitárias camponesas no estado, como é o caso da Rádio Palmares FM, no assentamento Palmares II , em Parauapebas, e o começo de uma experiência de rádio _web_ no assentamento Abril Vermelho. As rádios comunitárias foram destacadas como instrumentos fundamentais para alcançar as famílias nos assentamentos e comunidades, onde o acesso à internet ainda é limitado. Já a comunicação digital foi apontada como ferramenta estratégica para ampliar o alcance das ações do MST, dialogando com a sociedade e fortalecendo a solidariedade entre campo e cidade. ## Planejamento estratégico e homenagem a Ulisses Manaças _Fotos: Carlinhos Luz_ Além dos debates e partilhas, o Encontro Estadual teve como um dos seus principais objetivos a construção de um planejamento estratégico para o próximo período. Os participantes elaboraram propostas para fortalecer a organização do coletivo estadual de comunicação, ampliar a formação de novos comunicadores e garantir maior articulação entre as regionais. Foram definidos encaminhamentos para melhorar os fluxos de informação interna, qualificar a produção de conteúdo e coordenar os canais de comunicação do Movimento no estado. Para Ricardo Cabano, membro do coletivo e da Direção Estadual do Movimento, a realização do encontro foi importantíssima para o debate e o planejamento de atuação do setor. “O encontro foi voltado para a avaliação da atuação do coletivo e nosso planejamento. A avaliação passou pelas ferramentas de comunicação que o setor vem construindo e atuando como rádios comunitárias, redes sociais, fotografia, audiovisual e produção de conteúdo. Nosso planejamento foi construído no campo da formação política reafirmando a comunicação como parte estratégica da luta pela Reforma Agrária Popular e realizando oficinas de comunicação em nossas regionais e territórios para promover a qualificação técnica de nossa militância. Neste encontro também batizamos nosso coletivo de comunicação com o nome de Ulisses Manaças, falecido em 2018, e que foi um companheiro que ajudou a criar o Setor de Comunicação do MST e colaborou para a formação de muitas militantes que hoje atuam nas mais diversas frentes de lutas de nosso Movimento”, confirma Ricardo. _Fotos: Carlinhos Luz_ Realizado no assentamento Abril Vermelho, território símbolo da luta pela terra no estado, o encontro reafirmou que a comunicação é uma frente essencial da organização Sem Terra. Mais do que informar, trata-se de construir consciência, fortalecer a base e manter viva a voz dos povos da Amazônia em defesa da terra, da Reforma Agrária Popular e da justiça social. _*Editado por Fernanda Alcântara_ * Whatsapp * Facebook * Twitter * Copy

MST realiza Encontro Estadual do Setor de Comunicação no Pará.
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#Notcias #Comunicao #Educao #Par

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MLC compõe chapa de oposição no Congresso da CNTE MLC compõe chapa de oposição no Congresso da CNTE e defende que a única forma de combater o fascismo é mobilizando a classe trabalhadora.

MLC compõe chapa de oposição no Congresso da CNTE.
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#JornalImpresso #TrabalhadorUnido #CNTE #EdioImpressa #Educao #Jav328

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As ações afirmativas criadas para reduzir desigualdades históricas de acesso à educação e ao mercado de trabalho, no Brasil, ampliaram de forma significativa a presença de pessoas negras e de baixa renda no ensino superior. Resultado de décadas de mobilização dos movimentos negros e de debates técnicos dentro do Estado brasileiro, essas políticas públicas ainda são alvo de disputa política e jurídica. Recentemente, uma tentativa do governo de Santa Catarina de barrar o critério racial no acesso às universidades estaduais reacendeu o debate sobre a continuidade e a proteção desses direitos. Para falar sobre o tema, o Pauta Pública da semana recebeu Helio Santos. Educador, economista e um dos pioneiros na elaboração e defesa das ações afirmativas no país, ele comenta sobre o caso de Santa Catarina e reflete sobre as conquistas da Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012). Santos comenta os desafios que dificultam a permanência de estudantes negros nas universidades e sua valorização no mercado de trabalho. Para o educador, as ações afirmativas precisam ser compreendidas como uma política estruturante para o país. “As políticas de equidade racial não são políticas para a população negra, são políticas para o Brasil”, afirma. Leia os principais pontos da conversa e ouça o podcast completo abaixo. __ __ ## EP 204 Ações afirmativas no Brasil: risco de retrocesso? 20 de fevereiro de 2026 · Hélio Santos discute as conquistas, desafios e os riscos de retrocesso na aplicação das políticas de cotas no Brasil __ __ 0:00 -:– __15 __15 ______ ____ Veja mais episódios desta série **A atual Lei de Cotas precisa de revisão? Existe risco de retrocesso?** É importante dizer que o Brasil foi pioneiro nas políticas de cotas raciais no século XIX com os imigrantes europeus. Eram cotas de 100% para brancos. Então, o Brasil tem uma experiência em política afirmativa para brancos. Então, as cotas raciais [Lei de Cotas 12.711/2012] foram as políticas que mais reduziram as desigualdades no Brasil. Nós temos políticas importantes que mitigam a pobreza, que são necessárias, mas reduzir a desigualdade [o que consegue] são as cotas raciais. E, por outro lado, nenhuma outra política é tão contestada até hoje. [Por isso] precisamos de ações afirmativas sistêmicas. Como o racismo é sistêmico e ele não dá trégua. Flexibilizar o acesso na universidade que iniciou com a UERJ, foi resultado de políticas de ação afirmativas que começaram nos anos 1980. Então, essas políticas afirmativas precisam ser sistêmicas, porque a cota racial flexibiliza o acesso, mas alguém precisa de transporte para a universidade. O jovem negro não costuma ganhar um carro de presente quando ele passa no vestibular. Ele faz refeições na universidade e, dependendo do curso, fica um bom tempo na universidade. Então, a minha proposta é que nós aperfeiçoemos essas políticas. Elas flexibilizam o acesso, mas é fundamental manter esse jovem na universidade e ver, depois de formado, o que é que acontece com ele. Essas políticas são um sucesso completo. Elas deram certo em todos os campos: no aproveitamento dos alunos, no desempenho e na evasão, que é um indicador importante na universidade. Os cotistas têm uma evasão menor. Então, o que precisa hoje é de aperfeiçoamento e ampliação das políticas. **Em Santa Catarina, houve um Projeto de Lei que tentou proibir a adoção de cotas raciais e ações afirmativas pelas universidades estaduais do estado. O Conselho Federal da OAB protocolou uma ação no STF para derrubar essa lei. Mas o que representa, do ponto de vista histórico e político, um pedido como esse? O que isso significa nesse momento que a gente está vivendo?** Significa uma provocação. A gente tem que entender, por exemplo, o que acontece. Muitas pessoas querem, de fato, cotas sociais. Ou seja, as políticas afirmativas deveriam estar encaminhadas para todas as pessoas. Em 1995, coordenei o grupo de trabalho, o GTI, ainda no governo Fernando Henrique Cardoso, no Ministério da Justiça. Este grupo de trabalho introduziu na agenda nacional o tema das ações afirmativas. É importante saber que, em todo lugar, [onde] há cota racial, há uma cota idêntica para brancos. Sempre. E essa insistência de que as cotas devem ser sociais. É para não reconhecer que há racismo, é para enfatizar a ideia de mérito. Mas, em Santa Catarina, os imigrantes europeus que foram para lá tiveram cotas raciais, tiveram apoio, tiveram verba do governo da República Nova que chegava ali. Então, trata-se de um escândalo provocador: os bisnetos e tataranetos daqueles europeus que receberam vantagens do Estado se colocarem contra aquilo que está sendo oferecido agora aos negros que estavam [aqui] séculos antes de eles chegarem. O governador Jorginho Mello, de Santa Catarina, respondeu ao Supremo Tribunal Federal dizendo que Santa Catarina é o estado mais branco do Brasil. Erro, mentira! O estado mais branco do Brasil é o Rio Grande do Sul. Santa Catarina é o segundo, hoje, com 23% da população negra. Uma população relevante. Os Estados Unidos tiveram sempre cerca de 13% de negros e, por cerca de meio século, adotaram políticas de ação afirmativa, dos anos 60 até 2022. Com 13% da população de negros. Logo, 23% é um público relevante. **Está havendo uma mudança nessas provocações racistas neste momento em que a gente vê o aumento do ultraconservadorismo?** Essa ideia de um supremacismo branco, sempre existiu, mas as pessoas tinham vergonha de verbalizar. Lembro do professor Florestan Fernandes dizendo que um dos grandes preconceitos do Brasil é ter preconceito, ou seja, as pessoas escondiam. Então, hoje, à luz do dia, é um racismo que não tem vergonha de se mostrar, um supremacismo branco. Mas acaba sendo positivo esse racismo a céu aberto, porque, para toda ação, tem uma reação. No final do ano passado e já no início deste ano, o Supremo Tribunal Federal reconheceu um estado de inconstitucionalidade em relação ao racismo. O que significa isso? Vários princípios da Constituição brasileira pedem para combater o racismo. Por exemplo, o artigo 3º da Constituição diz que um dos objetivos da nossa República é combater a desigualdade e reduzir a pobreza. Ora, a pobreza no Brasil tem cor. Evidente que eu não vou simplificar e dizer que não existe branco pobre. Negro é pobre porque é negro. Nenhum loiro pobre, e nós temos vários que merecem apoio, é pobre em consequência da sua cor. Ele é pobre por vários motivos, mas não pode alegar que a pobreza dele decorre desse fato. Então, essa decisão do Supremo vem na contramão do que o governador de Santa Catarina fez. Evidentemente que essa proposta lá era flagrantemente inconstitucional. E eu tenho certeza de que os assessores do deputado que propôs isso também observaram. Por isso que, insisto, Andréia, trata-se de uma provocação, uma forma de chamar a atenção no país para essa região. Para esse estado, onde a gente vem sabendo de vários casos de feminicídio, de um assassinato brutal contra um animal e de vários prefeitos sendo presos por corrupção, o que denota bem um estado que tem esse problema, que espero que seja resolvido, além de um volume de células neonazistas. Essas células que trazem essa imagem estão se instalando dentro do território brasileiro. Então, é nesse sentido que acho que a gente tem que entender o que acontece ali nessa região sul do país. A verdade é que não é só lá. Nós temos essas células em outros estados, mas ali há uma densidade maior.

Hélio Santos analisa ataque às ações afirmativas: “racismo é sistêmico e não dá trégua”.
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#Portugus #Educao #Justia #Poltica #Racismo #Violncia

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Do "eu" ao "nós" | Outras Palavras Não valorizar Educação e Cultura como programa estratégico de soberania despolitiza e individualiza a sociedade. O “projeto de vida” pessoal se sobrepõe ao “projeto social” – que orientaria a formação de sujeitos solidários e implicados em transformação

Do “eu” ao “nós”.
- bsoplvr
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#PsCapitalismo #Semcategoria #Belhooks #China #Colatividade #Cultura #Educao #Marx #Projetodevida #Sobernianacional #Solidariedade

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No quinto episódio da série Pública Explica, Gloria Maria apresenta dados da situação do analfabetismo funcional no Brasil. Com ajuda do especialista Roberto Catelli, coordenador da área de educação da ONG Ação Educativa, vamos entender o que é o analfabetismo funcional, quais dificuldades as pessoas nessa situação enfrentam no dia a dia, e que medidas podem ser tomadas para melhorar este quadro. Confira!

O que é analfabetismo funcional?.
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Congresso Nacional corta verbas da educação para aumentar “orçamento secreto” O Congresso Nacional aprovou a Lei Orçamentária Anual para 2026, consolidando um corte de R$ 488 milhões nas universidades federais.

Congresso Nacional corta verbas da educação para aumentar “orçamento secreto”.
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Audiência na SEMEC, com o secretário Ismael Silva, na pauta a retomada das obras da escola de ensino fundamental e da creche no residencial Manoel Evangelista. Com a presença da Dona Lúcia e Luiz Gonzaga representantes da região sudeste.
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