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_Ato de encerramento e doação entrega simbólica na I Feira da Reforma Agrária e Agricultura Familiar do Tocantins. Foto: Coletivo Tucum 04_ _Por Nadson Ayres_ _Da Página do MST_ A cidade de Palmas se prepara para sediar a **II Feira da Reforma Agrária e Agricultura Familiar** , evento que consolida o diálogo entre a produção camponesa e o público urbano no Espaço Cultural José Gomes Sobrinho. O encontro reúne centenas de camponesas e camponeses vindos de territórios estratégicos como o Bico do Papagaio, Cantão, Médio Araguaia, Sudeste e Jalapão. A feira disponibilizará mais de 200 variedades de produtos, destacando a riqueza da biodiversidade local com itens como babaçu, jatobá, bacuri, buriti, açaí e o artesanato em capim dourado. O público poderá adquirir alimentos saudáveis, livres de veneno e cultivados sob práticas sustentáveis, que refletem a identidade das comunidades tradicionais do Tocantins. _Mulheres Unidas de Ponte Alta do Tocantins- Jalapão- Foto: Coletivo Tucum_ _Pilamento do coco babaçu. Foto: Coletivo Tucum_ O evento carrega o legado de sucesso da primeira edição, realizada em 2025, que mobilizou mais de 3 mil pessoas e resultou na comercialização de 7 toneladas de alimentos. Naquela ocasião, a feira foi marcada por fortes atos políticos e uma vasta programação cultural que uniu místicas e rodas de conversa. Para esta segunda edição, a expectativa é ampliar o alcance social e econômico, fortalecendo a rede de consumo consciente e o cooperativismo. Segundo Joice Santos, da coordenação nacional do MST, a iniciativa busca manter o incentivo às trabalhadoras e aos trabalhadores, reforçando a luta por igualdade nos territórios por meio da agricultura familiar. _Foto: Coletivo Tucum_ _Torra de farinha. Foto: Coletivo Tucum_ A programação deste ano destaca a diversidade do público participante, envolvendo mulheres extrativistas, acampados e assentados da Reforma Agrária, além de agricultores familiares e povos e comunidades tradicionais. No Espaço Cultural, os visitantes poderão desfrutar da “Culinária da Terra”, com pratos típicos da gastronomia camponesa, e acompanhar apresentações de artistas regionais e coletivos culturais. Estão previstas ainda oficinas e rodas de conversa sobre soberania alimentar, reafirmando o caráter formativo que marca o evento. A viabilização deste grande encontro é fruto de uma construção coletiva que prioriza o fortalecimento da agricultura familiar no estado. A realização da feira fica a cargo do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), do Instituto de Cooperação Solidária e da Cooperativa dos Agricultores da Reforma Agrária e de Pequenos Produtores (Cooperamazônia). O evento conta com o patrocínio do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e recebe o apoio institucional fundamental do Incra, da Conab e da Prefeitura de Palmas, órgãos que atuam para garantir a estrutura necessária aos produtores. _Comercialização CooperAmazonia. Foto: Coletivo Tucum_ A II Feira da Reforma Agrária e Agricultura Familiar se estabelece como um território de resistência e denúncia dos impactos do latifúndio, do uso de agrotóxicos e da monocultura, ao mesmo tempo em que celebra alternativas viáveis de relação harmônica com a natureza. Ao transformar a capital em uma vitrine da agroecologia, o Movimento reforça o papel da agricultura familiar, das camponesas e dos camponeses como guardiões da biodiversidade do Cerrado e da Amazônia e provedores de alimentos de qualidade para a sociedade. O convite estende-se a toda a sociedade palmense para vivenciar essa troca de saberes e sabores que, para além do comércio, representa um projeto de futuro mais justo e sustentável para o Tocantins. ## Serviço **Feira Estadual da Reforma Agrária do Tocantins** **Data:** 27 a 29 de março **Horário:** 27/03 (10h às 00h); 28/03 (09h às 00h); 29/03 (09h às 12h) **Local:** Espaço Cultural – Área Verde 302 Sul, Avenida Joaquim Teotônio Segurado S/N, Plano Diretor Sul, Palmas/TO * Whatsapp * Facebook * Twitter * Copy

II Feira Estadual da Reforma Agrária reúne camponeses em Palmas (TO).
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#Notcias #Agroecologia #Feiraestadual #Produo #Tocantins

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_Pequenas máquinas chinesas para agricultura camponesa sendo testadas no Maranhão. Foto: Eduardo Moura/MST no Maranhão_ A construção da primeira fábrica de máquinas agrícolas voltada exclusivamente para a agricultura familiar no Brasil foi confirmada nesta sexta-feira (6), com a assinatura de três contratos em Pequim. O projeto é fruto de uma parceria entre a Sinomach, principal indústria do setor de maquinário da China, e a empresa brasileira de ciência e tecnologia OZ Earth, tendo o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), e a Prefeitura de Maricá, no Rio de Janeiro, como parceiros estratégicos. Em novembro de 2025, uma parceria tecnológica Brasil-China para a instalação da fábrica já havia sido celebrada na Comuna Pública Joaquín Piñero, em Maricá, com a presença de autoridades, lideranças do MST e uma comitiva chinesa. Na ocasião, João Pedro Stédile, um dos fundadores do MST, definiu o projeto como “um dia histórico para o Brasil” e destacou o arranjo societário inédito, reunindo poder público, empresas privadas e o movimento popular organizado em cooperativas, no que foi chamado de parceria público-privada e popular. Agora, o acordo para a instalação da fábrica foi assinado. Ao **Brasil de Fato** , Cedenir de Oliveira, dirigente do Setor de Produção do MST que acompanhou a assinatura em Pequim disse: “Hoje é um dia histórico para a luta camponesa-brasileira”. Para ele, o acordo vai muito além da mecanização agrícola: “A nossa luta, mais do que a conquista da terra, é desenvolver um projeto de nação. Um projeto de nação passa efetivamente pela industrialização do país”, afirmou. A fábrica será instalada no distrito de Ponta Negra, em Maricá, próxima à RJ-106, com investimento estimado em R$ 200 milhões e potencial de geração de até 500 empregos indiretos. Ela terá capacidade de produzir até 5 mil unidades por ano em modelos com potência de 25 e 50 cavalos, dimensionados para as necessidades da agricultura de pequena escala. As máquinas serão destinadas a associações e cooperativas de reforma agrária e da agricultura familiar tradicional, por meio de políticas públicas como o Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) e programas de compras estatais. Maria Gomes, Gerente Geral da Oz Máquinas, que acompanhou a assinatura, explicou que foram firmados três contratos: o contrato-mestre, que rege os parâmetros jurídicos e comerciais de toda a parceria; o contrato SKD, que define a importação dos componentes dos tratores; e o contrato da linha de montagem. “Essa parceria é a consolidação e a possibilidade de concretização de um projeto político tecnológico para a agricultura familiar: a mecanização”, disse. O SKD, sigla em inglês de “Semi Complete Knockdown” (parcialmente desmontado), é um modelo de comércio internacional em que o produto é exportado parcialmente desmontado, em grandes módulos e conjuntos prontos, para ser montado no país de destino. Após essa primeira etapa, com montagem no Brasil, o acordo prevê avançar para a nacionalização progressiva da produção, com meta de atingir ao menos 60% de conteúdo nacional, exigência da legislação brasileira para fins fiscais e financeiros. O advogado Samuel Asafe, que atuou nas negociações, detalhou esse horizonte: “Nós pretendemos conseguir fazer a nacionalização de peças do SKD e partes desse processo de industrialização que nós estamos desenvolvendo dentro da fábrica”. Para Maria Gomes, esse caminho em direção à autonomia tecnológica é o que diferencia o projeto de uma simples importação de equipamentos. “É a possibilidade não só de desenvolver nessa fase, de importar e desenvolver a fábrica, mas ir pensando na questão da autonomia tecnológica, olhando para o arranjo da nacionalização daquilo que é como produto nacional”, afirmou. A meta é que, ao longo dos primeiros três anos, a produção avance progressivamente em direção a um produto genuinamente nacional. A cooperação tecnológica inclui ainda a perspectiva de integração com sistemas digitais de agricultura e plataformas inteligentes, numa parceria que a gestora descreve como construída a partir de “fábricas com mais de cem anos de experiência produzindo modelos adaptados à agricultura familiar”. A Baobab, Associação Popular para a Cooperação Internacional, foi um elo central na articulação que tornou o projeto possível. Luiz Zarref, coordenador da entidade para a América Latina, avaliou que o acordo representa um modelo replicável para outros países do Sul Global. “Nós queremos que isso seja um aprendizado, uma lição para outras cooperações em outros países onde a agricultura camponesa está desenvolvendo seu projeto, seja de fortalecimento da sua agricultura tradicional, seja de luta pela reforma agrária popular, pela reforma agrária integral”, afirmou. Zarref situou o acordo no contexto mais amplo da cooperação Sul-Sul, em contraposição à lógica que associa o desenvolvimento tecnológico à indústria bélica: “As forças produtivas devem estar na mão do povo para produzir paz, para produzir cooperação, para produzir alimento, produzir soberania”. Cedenir de Oliveira reforçou essa perspectiva: “Enquanto o império estadunidense promove a guerra, a destruição, nós estamos dispostos, nessa relação com o Sul Global, a produzir relações de paz e de ajuda mútua”. Para Maria Gomes, a mecanização da agricultura familiar no Brasil não pode ser pensada apenas como aumento de produtividade. O país tem um setor de agricultura familiar com baixo índice de mecanização, em parte porque o desenvolvimento tecnológico historicamente privilegiou o agronegócio. O projeto busca reverter essa equação: “O nosso debate da mecanização não é a máquina como fim, mas como meio de desenvolvimento no campo, garantindo a produção agroecológica, a soberania alimentar, garantindo as outras dimensões da vida na possibilidade da produção de alimentos saudáveis, agroecológicos, base da alimentação da população brasileira a partir da agricultura familiar”. Entre os aspectos destacados estão ainda a redução da penosidade do trabalho no campo, a maior participação das mulheres na produção agrícola, a criação de condições para que a juventude rural permaneça no campo e a geração de empregos diretos e indiretos na fábrica. Editado por: Luís Indriunas/ BdF * Whatsapp * Facebook * Twitter * Copy

Brasil e China confirmam construção da primeira fábrica de máquinas em Maricá (RJ).
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#Notcias #BrasilChina #Maquinriochins #Mquinasagrcolas #Produo

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_Foto: Vivaldo Witchoff_ _Por Aline Oliveira Da Página do MST_ O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em parceria com a Cooperativa Regional dos Assentados(as) de Reforma Agrária dos Sertões de Inhamuns Crateús (COOPERAMUNS), realiza nesta segunda-feira a doação de 58 mil quilos de feijão de corda. A ação vai fortalecer o trabalho de entidades e organizações que desenvolvem projetos sociais nas periferias de Fortaleza, na Região Metropolitana e em diversas cidades do interior do Ceará. Cidivan Veras, coordenador industrial do Frigorífico e Abatedouro Terra Conquistada e integrante da COOPERAMUNS, destaca que a iniciativa está diretamente ligada à essência da cooperativa **:** “Nós, da COOPERAMUNS, estamos destinando parte da safra de feijão de 2025, fruto da Reforma Agrária, para famílias em situação de vulnerabilidade em várias regiões do Ceará. Essa ação se apoia em um dos pilares que sustentam a nossa cooperativa: garantir a distribuição de alimentos saudáveis junto com a prática da solidariedade com os povos mais pobres. Essa decisão não foi tomada de cima para baixo. Foi construída coletivamente pela direção e pelos sócios da cooperativa, que há mais de 10 anos atuam na comercialização da produção das famílias cooperadas por meio de políticas públicas como o PNAE e o PAA/Conab, além de apoiar diretamente a organização da produção dessas famílias. Durante a pandemia, intensificamos as ações de solidariedade, realizando doações de alimentos para comunidades que enfrentavam dificuldades ainda maiores. Para nós, produzir alimentos também é assumir um compromisso social com quem mais precisa.” O feijão doado é resultado do trabalho de famílias agricultoras organizadas na COOPERAMUNS, com sede na região dos Sertões de Crateús. A distribuição está sendo feita a partir da articulação com organizações populares, projetos sociais e coletivos que atuam diretamente com famílias em situação de vulnerabilidade social, garantindo que o alimento chegue a quem mais precisa. Tamyres Lima, da Coordenação Estadual do Movimento Brasil Popular, ressalta a importância dessa rede de solidariedade **:** “Nós, enquanto movimentos sociais, ficamos imensamente gratos por essa grande ação de solidariedade da COOPERAMUNS e do MST. O feijão, que é base da alimentação e da força do povo brasileiro, nos próximos dias vai reforçar o prato das nossas cozinhas populares e chegar a dezenas de territórios da periferia da nossa capital. É um gesto que aquece o coração e fortalece a nossa luta diária por dignidade e justiça social.” A iniciativa se soma às ações permanentes do MST e da COOPERAMUNS voltadas à produção de alimentos saudáveis e à garantia do direito à alimentação, ajudando a fortalecer as redes de solidariedade entre o campo e a cidade no estado do Ceará. _Foto: Vivaldo Witchoff_ _*Editado por Fernanda Alcântara_ * Whatsapp * Facebook * Twitter * Copy

MST e COOPERAMUNS doam 58 toneladas de feijão de corda para comunidades do Ceará.
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#Notcias #Cear #CooperativaCamponesa #Feijo #Produo #SolidariedadeSemTerra

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_Equipe FINAPOP. Foto: Guilherme Gandolfi_ _Por Maura Silva Da Página do MST_ O FINAPOP (Financiamento Popular para a Produção de Alimentos Saudáveis) participa da edição 2026 do FLII (Fórum Latino-Americano de Investimento de Impacto), que acontece de 24 a 26 de fevereiro de 2026, em Mérida, no México. O evento reúne investidores, organizações, gestores públicos e lideranças de diferentes países do mundo, consolidando-se como o principal espaço latino-americano de articulação global em investimento de impacto. A organização será representada por Jiana Tomaz, diretora operacional do FINAPOP, que integra a comitiva brasileira no encontro. O convite para participação do FINAPOP partiu da Aliança pelo Impacto, articulação que reúne organizações e lideranças do campo do investimento de impacto no Brasil. A presença no fórum marca um passo estratégico na ampliação do diálogo internacional sobre financiamento popular, agricultura familiar e economia solidária. _Foto: Reprodução_ Para Ricardo Ramos, Diretor Executivo da Aliança pelo Impacto: “O FLII se consolidou como o maior evento de Investimento de Impacto na América Latina, sendo o espaço onde as teses mais inovadoras de financiamento encontram escala. Para a Aliança pelo Impacto, é uma honra contar com a presença do FINAPOP pela primeira vez na comitiva brasileira deste fórum. Significa levar a potência da agricultura familiar e da economia solidária para o centro do debate global, conectando modelos de financiamento popular com os grandes players do setor para fortalecer uma nova economia, a Economia de Impacto.” A participação do FINAPOP reforça o reconhecimento do financiamento popular como instrumento estratégico para democratizar o acesso ao crédito, fortalecer cooperativas e ampliar a agenda de investimentos com propósito na América Latina. Ao integrar o FLII, o FINAPOP amplia sua articulação com investidores institucionais, fundos de impacto e organizações internacionais, posicionando a agricultura familiar brasileira no centro das discussões sobre o futuro da economia sustentável. _*Editado por Fernanda Alcântara_ * Whatsapp * Facebook * Twitter * Copy

FINAPOP participa do FLII 2026 e leva financiamento popular ao maior fórum de impacto da América Latina.
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#Notcias #Finapop #Produo #ReformaAgrriaPopular

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