Trending

#pcc

Latest posts tagged with #pcc on Bluesky

Latest Top
Trending

Posts tagged #pcc

Post image

Por que ninguém está falando disso?

Sebastián Marset é um mega traficante ligado ao #PCC que foi preso ontem na Bolívia e extraditado para os #EUA.

Prestem atenção na faixa "Primeiro Comando da Capital". Lula não quer considerar essa organização terrorista por que?

0 0 0 0
Post image Post image

Dit is mijn tweede keer. De eerste keer was in 2010 met de Haagse PCC 1006 die op smalspoordraaistellen stond.
#PCC #Kusttram #HTM

0 1 0 0
Post image

TTC air-electric PCC 4029 and TTC A-6 class all-electric PCC 4302 inside Russell carhouse.

📅April 25, 1965 📷Robert McMann/courtesy John Knight collection

#TTC #PCC #Streetcar #Toronto

3 1 0 0
Les conservateurs militent pour que Don Cherry reçoive l’Ordre du Canada L’ex-présentateur reste très aimé au Canada anglais, malgré ses dénigrements des Québécois, immigrants ou Autochtones.

… Fuck le #PCC 🤷‍♂️ 👉 Les conservateurs militent pour que Don Cherry reçoive l’Ordre du Canada #PolCan #PolQc

0 1 0 0
PCC staff marching

PCC staff marching

#Portland Community College staff are on strike. They're striking because they haven't had a cost-of-living increase in 3 years, and in the same period #PCC president Adrien Bennings and her staff have all gotten raises of 13% or more, plus extra benefits.

2 0 0 0
Preview
EUA VEEM PORTO DE SANTOS COMO ESTRATÉGICO PARA O TRÁFICO E DEFENDEM COOPERAÇÃO PARA CONTER AVANÇO DO PCC Cônsul-geral americano em São Paulo esteve no Grupo Tribuna e ressaltou preocupação com atuação do crime organizado no cais santista

EUA VEEM PORTO DE SANTOS COMO ESTRATÉGICO PARA O TRÁFICO E DEFENDEM COOPERAÇÃO PARA CONTER AVANÇO DO PCC
Cônsul-geral americano em São Paulo ressaltou preocupação com atuação do crime organizado no cais santista
#portodesantos #pcc #orcrim

www.segurancaportuariaemfoco.com.br/2026/03/eua-...

0 0 0 0
Preview
O Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) podem se equiparar a Al Qaeda, Taliban, Estado Islâmico, Hamas. A possibilidade dos Estados Unidos de Donald Trump passarem a designar as duas principais facções criminosas do Brasil como terroristas, aventada desde o ano passado e encampada pelo bolsonarismo, pode estar próxima de se concretizar. Mas, na prática, o que esse movimento pode causar? “A designação abre acesso a ferramentas de inteligência e contraterrorismo e muda a doutrina de uso da força. Isso levanta preocupações se não haveria possibilidade de que os EUA usem isso como desculpa para começar a fazer operações que afetem o Brasil da mesma maneira que fez aquelas operações na Venezuela, com o bombardeio de embarcações que estariam ligadas ao tráfico. Isso levanta uma série de tensões e possibilidades de fricção política”, explica Jorge Lasmar, professor permanente da pós-graduação em Relações Internacionais da PUC Minas. Para Lasmar, que pesquisa terrorismo, radicalização e crimes transnacionais, a caracterização pode trazer ainda “impactos financeiros, criminais, de compliance e de custos”. “São impactos que serão extremamente negativos para as instituições brasileiras, principalmente para o mercado financeiro e para outros setores que atuem nos Estados Unidos”, afirma. Segundo reportagem do portal UOL, o anúncio pode ser feito nas próximas semanas. Desde então, o governo brasileiro tem atuado para demover os EUA da iniciativa. Segundo a CNN Brasil, o Departamento de Estado norte-americano enviou comunicado afirmando que as duas facções criminosas são consideradas ameaças. A medida segue a linha adotada pelo governo de Trump em outros países da América Latina, em que organizações ligadas ao tráfico internacional de drogas, como o mexicano Cartel de Jalisco, o venezuelano Tren de Aragua e o salvadorenho MS-13 foram caracterizadas como terroristas. A própria prisão-sequestro do presidente Nicolás Maduro, em território venezuelano, ocorreu sob a justificativa de que ele seria líder da organização “narcoterrorista”. No Brasil, um projeto de lei apresentado pelo deputado Danilo Forte (União-CE) e relatado pelo bolsonarista Nikolas Ferreira (PL-MG) sob influência do governo americano, tentou enquadrar organizações como o PCC e o CV no crime de terrorismo. A caracterização, afinal de contas, faz sentido? Em entrevista à **Agência Pública** , o professor Jorge Lasmar afirma que não. “Crime organizado é diferente de terrorismo. Eles têm dinâmicas diferentes, têm processos de investigação, de persecução criminal diferentes. E a própria motivação, o crime organizado está buscando o lucro, enquanto os grupos terroristas não estão preocupados com o dinheiro _per si_. Eles se preocupam sim com o dinheiro, mas só na medida que aquilo vai sustentar a campanha deles para avançar uma ideologia específica. Nos grupos terroristas, a motivação é ideológica e isso traz diferenças na maneira com que um e outro grupo atuam”, avalia. Leia a seguir os principais pontos da entrevista. **Considerando o que se compreende como organização terrorista no Brasil e no mundo, designar o Comando Vermelho e o PCC dessa maneira faz sentido?** Eu acho que a pergunta tinha que ser um pouco diferente. Se a gente pergunta se faz sentido, faz sentido para quem? Para os Estados Unidos, para esse novo entendimento, essa nova política, faz sentido. Isso, na verdade, é algo que já vem há algum tempo. Lá em 2021, os EUA já haviam designado o PCC como entidade sancionada [com restrições legais]. Isso foi entendido aqui no Brasil, no mercado financeiro, como uma espécie de aviso, de cartão amarelo, falando, “olha, nós estamos prestando atenção na questão do crime organizado no Brasil e caso a situação não se altere, vamos começar a tomar medidas”. E isso vem numa crescente. Em 2024, eles designaram um lavador de dinheiro profissional do PCC aqui do Brasil como pessoa sancionada. E aí no começo do ano passado isso começou a acelerar. Em fevereiro, os EUA designaram oito cartéis de narcotráfico, principalmente no México, mas em outros países como El Salvador e Venezuela, como grupos terroristas. De lá para cá, aumentou inclusive o número de grupos designados. Mais ou menos em maio, junho, eles começaram também uma pressão sobre o Brasil, para que o país adotasse uma legislação que designasse esses grupos como terroristas. Teve todo um movimento no Senado, vieram vários projetos de lei, uma discussão bastante grande em Brasília, e acabou que essa equiparação não foi aprovada. No começo de março, os Estados Unidos lançaram uma iniciativa contra o crime organizado nas Américas, que eles chamam de Escudo das Américas [Shield of the Americas], e o Brasil ficou de fora dessa iniciativa. Então, esse _timing_ , a hora dessa possibilidade de designação, não é à toa, já vem de um histórico e [de] uma pressão crescente dos Estados Unidos nesse sentido. Então, faz sentido do ponto de vista do governo americano? Sim. Agora, do ponto de vista do governo brasileiro, já não faz tanto sentido, porque crime organizado é diferente de terrorismo. Eles têm dinâmicas diferentes, têm processos de investigação, de persecução criminal diferentes. E a própria motivação, o crime organizado está buscando o lucro, enquanto os grupos terroristas não estão preocupados com o dinheiro _per si_ [por si]. Eles se preocupam sim com o dinheiro, mas só na medida que aquilo vai sustentar a campanha para avançar uma ideologia específica. Nos grupos terroristas, a motivação é ideológica e isso traz diferenças na maneira com que um e outro grupo atuam. **Então do ponto de vista técnico, não faz sentido, certo?** Do ponto de vista técnico, não. São fenômenos diferentes. Inclusive há legislação específica para contraterrorismo, até sobre financiamento de terrorismo, que é diferente, por exemplo, da legislação de lavagem de dinheiro. Os procedimentos são diferentes. **E aí, pensando em termos mais práticos, o que pode acontecer se os Estados Unidos adotarem essa classificação em relação às facções brasileiras, tanto do ponto de vista político e diplomático quanto econômico?** Os Estados Unidos designando como grupo terrorista, isso transfere a abordagem do PCC e do Comando Vermelho do âmbito do combate ao crime organizado, para o contraterrorismo. E fazendo isso, aciona dois sistemas americanos: o de contraterrorismo e o regime de sanção. Essa designação imediatamente vai ter efeitos muito concretos aqui no Brasil e eu classifico alguns efeitos principais. Primeiro, os efeitos financeiros. Quando uma entidade é sancionada pelos EUA, qualquer indivíduo ou empresa americana é proibida de negociar com uma entidade sancionada ou vista como auxiliando um grupo terrorista. Há um caso que está acontecendo no México, de empresas que são extorquidas pelo crime organizado, pagam um dinheiro de proteção porque senão sofrem repressões e violência, e os EUA estão considerando essas empresas como financiadoras do terrorismo. E aí ninguém vai poder contratar, comerciar, importar ou exportar produtos [nos Estados Unidos] para essas empresas. E se essas empresas ou indivíduos tiverem bens nos Estados Unidos, vão ser imediatamente congelados. Segundo, efeitos criminais e civis. Designando como terrorista, existe a aplicação do que eles chamam de apoio material ao terrorismo. Isso quer dizer o quê? Qualquer apoio em questões como prestação de serviço, treinamento, consultoria, transporte, serviço financeiro, venda de imóveis, passa a ter a possibilidade de também ser designado no que eles chamam de sanção secundária, e passa a ser punido pelo auxílio material a uma atividade terrorista. Isso implica a possibilidade de ser responsabilizado tanto civil quanto criminalmente, mesmo estando aqui no Brasil. A gente fala aqui de uma legislação com efeito extraterritorial. Gera muita preocupação, principalmente por parte do setor financeiro. E leva a um terceiro efeito, que é a questão do compliance, em que pode haver uma pressão para que as empresas privadas no Brasil aumentem o seu compliance em relação ao auxílio, ao PCC ou ao CV. Claro, o aumento do compliance contra o crime é algo positivo. O problema é que isso gera uma pressão muito grande sobre as empresas, aumenta o custo das atividades, porque vão ter que adotar procedimentos de monitoramento do financiamento do terrorismo, que é diferente da lavagem de dinheiro. Isso vai implicar também quando empresas estrangeiras vierem fazer negócios com o Brasil, que elas tenham que tomar medidas mais aprofundadas de compliance. Isso tudo aumenta o custo do negócio e pode levar bancos a recusarem clientes e operações por não estarem dispostos a correr o risco. Em relação a efeitos políticos e diplomáticos, a designação abre acesso a ferramentas de inteligência e contraterrorismo e muda a doutrina de uso da força. Isso levanta preocupações se não haveria possibilidade de que os EUA usem isso como desculpa para começar a fazer operações que afetem o Brasil. Da mesma maneira que fez aquelas operações na Venezuela, com o bombardeio de embarcações que estariam ligadas ao tráfico. Isso levanta uma série de tensões e possibilidades de fricção política. E tem ainda a questão reputacional do país, porque, para o mundo, o que isso está dizendo é que o Brasil tem dois grandes grupos terroristas em atividade e não dá conta de resolver o problema. [Isso pode afetar] o turismo em regiões que têm uma presença grande desses grupos. **No aspecto financeiro, a gente viu, por exemplo, a aplicação da lei Magnitsky contra o Alexandre de Moraes e até um risco de sanções contra instituições financeiras que o ministro era cliente. Dá para enxergar uma possibilidade de consequências semelhantes?** Sim, é exatamente isso, porque o regime de sanções é o mesmo. Se um banco é visto como [uma instituição que] não toma medidas suficientes de prevenção, ele pode vir a ser sancionado. O problema é que, hoje, uma das grandes características do crime transnacional, da maneira como o PCC e o Comando Vermelho operam, é exatamente que eles misturam suas atividades ilícitas com atividades lícitas. Eles usam empresas de fachada, escondem o comércio ilegal dentro do comércio legal, fica cada vez mais difícil distinguir o que é lícito e ilícito. Isso traz um desafio concreto para os bancos e para as instituições financeiras. A gente já teve casos semelhantes aqui no Brasil. No passado, a Petrobras abasteceu um navio que parou nos portos brasileiros e esse navio era do Irã, um país sancionado pelos Estados Unidos, que ameaçou sancionar também a Petrobras. Teve um esforço diplomático muito grande do Itamaraty para rever esse processo. A gente teve um caso com a Embraer também, que estava para vender aviões para a Venezuela e acabou voltando atrás porque ficou com medo de ser sancionada e não poder operar no mercado americano. Então, a gente já tem casos práticos que aconteceram aqui no Brasil em relação ao regime de sanção dos Estados Unidos. **Em que contexto se enquadra essa possível ação do governo americano? Está relacionada só com o contexto latino-americano ou também dá para ampliar falando de guerra tarifária, ataques no Oriente Médio e etc?** A preocupação dos EUA é primeiramente com a América Latina. Faz parte dessa nova visão que o Trump traz para a região, que eles estão chamando de “Doutrina Donroe” e é uma interpretação da política moral e do papel dos Estados Unidos como “guardião da América Latina”. Dado o conjunto de ações de política externa dos Estados Unidos — você mencionou a questão do Irã, do Oriente Médio, mas a gente vê também, por exemplo, as constantes reclamações dos Estados Unidos em relação à China e a questão do fentanil [droga que já causou diversas mortes nos EUA] É possível que isso se estenda para além da região. Mas, com certeza, o foco agora está sendo nas Américas, que é a região mais próxima e a área de influência tradicional dos Estados Unidos. **Os Estados Unidos são historicamente um país intervencionista, mas isso está indo para outro nível? Onde isso pode parar?** Não é que os Estados Unidos sempre foram intervencionistas. Algumas administrações têm uma posição muito mais unilateralista e intervencionista. Em outras, os Estados Unidos já se tornam mais isolacionistas, se voltam mais para dentro. Então, é quase que um movimento pendular que nós vemos na política externa americana. Mas o Trump traz um elemento novo, que é a imprevisibilidade. Ele tem adotado políticas e ações completamente inesperadas e isso traz muita apreensão. As relações internacionais, tradicionalmente, valorizam muito a previsibilidade e estabilidade. Por isso que os serviços diplomáticos mantêm posição no longo prazo, são lentos em mudar. O Trump quebra completamente isso e aí tudo é possível. **Você citou a caracterização de organizações de países como o México, El Salvador, a própria Venezuela, como terroristas. O que esse precedente revela?** Acho que a primeira questão que a gente tem que chamar atenção é que não se percebe essa designação tendo um impacto muito grande ou muito claro nos próprios cartéis. Tiveram alguns impactos? Tiveram. No México, por exemplo, houve um aumento dos casos legais nos EUA contra empresas e grupos mexicanos. Houve pressão contra alguns bancos mexicanos também, que não chegaram a ser sancionados, mas receberam uma espécie de alerta da agência financeira americana, do FinCEN, e isso praticamente excluiu esses três bancos do sistema financeiro americano. Também teve impacto diplomático, com o aumento das tensões e de imigração. Uma série de pessoas foram deportadas dos Estados Unidos, pessoas de El Salvador, México, Venezuela. A alegação foi exatamente que essas pessoas teriam ligações com grupos classificados como terroristas. Eu acho que o principal aqui é a falta de impacto nos próprios cartéis. **Essa falta de efeito nos cartéis pode dar a entender que a medida tem objetivos outros que não atacar de fato essas organizações?** Não, eu acho que a preocupação deles realmente é com essa questão dos cartéis e da criminalidade transnacional, que hoje atinge níveis assustadores. Houve um relatório da Nasdaq, que é o mais completo e profundo que já se viu sobre essa questão das economias ilícitas do mundo. Segundo as estimativas deles, se o PIB do crime transnacional fosse um país, estaria entre a quarta e a quinta maior economia do mundo. É uma escala assustadora. Então, o grau de uso da violência em algumas regiões, de coerção, capacidade de infiltração do Estado, o tamanho das economias ilícitas, isso tudo tem gerado muita preocupação. **Os Estados Unidos designarem o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas pode extrapolar a soberania do Brasil? Você enxerga uma possibilidade de ações concretas dentro do território brasileiro?** Dado o próprio histórico de cooperação entre o Brasil e os Estados Unidos, eu não acredito que vá haver uma ação do tipo que aconteceu na Venezuela de depor o governo. Eu acho mais provável que aconteçam operações conjuntas, como aconteceu no Equador. Mas a questão é que, dada essa imprevisibilidade do Trump, o medo que se tem é que isso permita ações como o bombardeio de embarcações, ou de uma fábrica [de drogas], um ponto de distribuição. Mas em termos do que aconteceu na Venezuela, de depor o governo, eu acredito que não. **Em relação ao bombardeamento dessas embarcações, os EUA apresentaram alguma prova de que haviam ali pessoas suspeitas de tráfico de drogas ou até o momento é só a palavra do governo?** Existe todo um procedimento para autorizar essas operações, mas muita gente questiona o grau de certeza dessas provas. O que o governo americano alega é que são operações de inteligência que apontam um ou outro carregamento. Mas é algo que realmente a gente não tem muita certeza. **O governo brasileiro já se manifestou contra,****há notícia****de que o chanceler Mauro Vieira conversou com o Marco Rubio na tentativa de evitar que isso ocorra. Por que a posição do governo brasileiro é contrária e quais as chances de que a diplomacia brasileira consiga barrar a iniciativa?** Ele é contra por todos os motivos que a gente conversou. Isso pode levar a uma sobrecarga das instituições financeiras, dos órgãos especializados, da Polícia Federal, da Abin. É por isso que o governo brasileiro é contra. E aí se a diplomacia brasileira vai conseguir reverter ou não, vai depender muito da negociação mesmo. Eu acredito que seja capaz de reverter, mas precisa realmente de um esforço diplomático maior de convencimento. **Vários atores políticos ligados ao bolsonarismo, incluindo Flávio e Eduardo Bolsonaro, já se manifestaram favoravelmente a esse enquadramento. O governador do Rio, Cláudio Castro, também se manifestou nesse sentido. O projeto de lei que enquadra essas organizações como terroristas dentro do Brasil foi relatado pelo deputado Nikolas Ferreira. Você enxerga um papel do bolsonarismo na possível concretização disso? E por que esse campo quer tanto que essas organizações sejam enquadradas como terroristas?** Esse projeto de lei que você citou veio dentro da pressão do governo dos EUA para que o Brasil aprovasse legislação nesse sentido. Houve, inclusive, uma reação grande do governo brasileiro contra, e acabou que o projeto não foi aprovado. Quanto a essas discussões internas, domésticas, como eu sou internacionalista, eu prefiro não comentar, mas o que eu posso mencionar é que, com certeza, essa é uma questão que vai aparecer aí na corrida eleitoral deste ano. **Você pontuou lá no começo da conversa de que, do ponto de vista técnico, não faria sentido enquadrar essas organizações como terroristas, por todas as diferenças de motivação, do próprio modo de operar. Que saídas você considera como mais eficientes do ponto de vista do combate a organizações criminosas transnacionais?** Acho que o Brasil precisa realmente passar por uma reforma da legislação, dos processos de combate ao crime organizado. Isso extrapola meramente as questões de políticas de segurança pública. Precisa de políticas mais amplas e de melhores e mais inteligentes leis, mas não acho que o caminho seja a equiparação com o terrorismo. É preciso ter a criação de instrumentos que atuem sobre todo o ecossistema do crime organizado, reforçar o combate à corrupção e à lavagem de dinheiro, que estão presentes em todos esses grandes fluxos criminosos transnacionais. Reforçar o papel da inteligência financeira e do COAF [Conselho de Controle de Atividades Financeiras], reforçar as fronteiras, ter uma mudança de orientação da Receita Federal e da Aduana, que precisam de mais recursos, atuar de uma maneira forte. Não só na vigilância do que entra, mas também do que sai do país, trabalhos de inteligência integrada. Então é uma série de medidas que atuam no ecossistema criminoso como um todo. A gente tem visto o movimento por parte do governo brasileiro, como a criação do sistema único de segurança pública, os projetos de leis da criminalidade organizada. Tem havido uma reação [que] tem tratado a questão da criminalidade enquanto criminalidade. Acho que esse é o caminho mais correto.

Designar PCC e CV como ‘terroristas’ impactaria mais economia e política do que facções.
- bsapub
apublica.org/2026/03/pcc-e-cv-terrori...
#Portugus #Crimeorganizado #DonaldTrump #EUA #PCC #Terrorismo

0 0 0 0
Post image

#Waldolf edited in, next to #CTA 4391 the only surviving Green Hornet #PCC street car at the Illinois Railway Museum #IRM #fursuit #fursuiter #fursuiting #bear #costume

1 0 0 0
Preview
CPI do Crime mira braço do PCC na Faria Lima e 'A Turma' de Vorcaro - ICL Notícias A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga o Crime Organizado no Senado aprovou, nesta quarta-feira (11), mais de 20 requerimentos com quebras de

Caso #BancoMaster:
#CPIdoCrimeOrganizado mira braço do #PCC na #FariaLima e ‘A Turma’ de Daniel Vorcaro.
iclnoticias.com.br/cpicrime-mir...

#CrimeOrganizado

13 5 0 0
SAIU AGORA! PCC PARTE PRA CIMA DO STF! DINO E MORAES SE DESESPERAM! O BURACO É MUITO MAIS EMBAIXO
SAIU AGORA! PCC PARTE PRA CIMA DO STF! DINO E MORAES SE DESESPERAM! O BURACO É MUITO MAIS EMBAIXO YouTube video by Patriota Em Defesa Ao Brasil

💣BOMBA!
O #PCC PARTE PRA CIMA DO #STF!
O #DINO E #MORAES SE DESESPERAM!
youtu.be/4cwjHf0D634?...

1 0 0 0
Tramp deve anunciar CV e PCC como organizações terroristas nos próximos dias
Tramp deve anunciar CV e PCC como organizações terroristas nos próximos dias YouTube video by Jornal fatos e notícias

Donald Trump propõe classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho como organizações terroristas. A proposta levanta debate e temor sobre possíveis repercussõe intervenção

Veja a análise no vídeo 👇
www.youtube.com/watch?v=_3gC...
#Brasil #Trump #PCC

0 0 0 0
A flyer for PCC’s Let’s Talk! Podcast, saying “Concerned about the strike? Hear about the impacts on students from Union Leaders on the latest episode; available online at PCC.edu/dca”

A flyer for PCC’s Let’s Talk! Podcast, saying “Concerned about the strike? Hear about the impacts on students from Union Leaders on the latest episode; available online at PCC.edu/dca”

Now that @pccffap.bsky.social and PCCFCE are on strike, #pcc students can find out what to do on this episode of @pcc-dca.bsky.social

www.pcc.edu/disability-c...

0 1 0 0
Post image Post image

BOMBA 🚨🐮!! VAI DAR MERDA PARA ,ESSA TURMA👇
Classificação de #PCC e #CV como terroristas pelos EUA pode gerar pressão internacional no Brasil.
Departamento de Estado dos #EUA diz que ambas as facções criminosas representam ‘ameaças significativas à segurança regional’

0 0 0 0
Video

Terrorismo mesmo é ser cristão e carregar bíblias por aí. #trump #lula #pcc #cv
Look This Mr. @POTUS @SecRubio @RepMariaSalazar

No Brasil terroristas são, mulher que usa batom pra pintar estátua e idosa que carrega a Bíblia Sagrada.
Inacreditável!

0 0 0 0

Am I the only one that thinks PCC teachers deserve more than 0.35% cost of living increases annually?
#portland #pcc

1 0 0 0

Leia mais no site do InfoMoney.

Foto: Reprodução/PT

#EUA #Trump #PCC #Política

0 0 0 0

I agree… and it angers me that the Department of Health in Canada still say Hybrid immunity is best. Tell that to the million of Canadians with PCC. #longcovid #PCC

4 1 0 0
Post image

Vamos discutir o fracasso dos governos Brizola, PMDB, Garotinhos, Witzel, Castro, Tarcísio e PSDB (Alencar no RJ e 28 F*CKING anos em SP) na questão do #CV e do #PCC? Ou continuaremos nos iludindo achando que os ianques trarão até kits demolição para barricadas? #Brasil 🇧🇷

0 0 0 0
Preview
a man with a beard is wearing a vest that says policia federal on it ALT: a man with a beard is wearing a vest that says policia federal on it

Flávio queria 15 milhões pra vender sua candidatura. Mas do jeito que tão prendendo os parças dele, quando chegar perto da eleição, vai ter que vender por um salário mínimo.
#flaviobolsonaro #bolsonazismo #milícia #CV #PCC #máfia #vagabundo

0 0 0 0
Preview
Monthly column: Child knife crime, we must do better - Bedford Independent Knife crime literally kills. It damages victims and perpetrators. It is a societal ill. There have been too many murders and serious...

"We must double and redouble our efforts both to prevent knife crime and to enforce the law. Those who commit knife crimes, whatever their age, should be held to account and face justice." The latest column from PCC John Tizard...

#Bedford #BedfordNews #Column #KnifeCrime #PCC

0 0 0 0
Toronto's first all-electric PCC streetcar, number 4000, sits refurbished at the Halton County Radial Railway in Campbellville, Ontario

Toronto's first all-electric PCC streetcar, number 4000, sits refurbished at the Halton County Radial Railway in Campbellville, Ontario

4000.

#Toronto #PCC #Streetcar #HCRY #Photography

112 17 0 0

Autre confirmation qu’un mouvement de masse des « red tories » qui restaient au #PCC vers le #PLC s’est produit à la suite de la reconfirmation du leadership de P. Poilievre par les militants qui y ont exercé leur droit de vote, beaucoup plus radicaux que l’électorat d’ensemble de ce parti.

0 0 0 0

CS auf brasilianisch.
Die Bank #Master wurde von der🇧🇷 Nationalbank liquidiert wegen fehlendem Eigenkapital und unlauteren Geschäften.
Jetn bei der Abklärung der Umstände kommt soviel Schlamm und Korruption und Verbindungen zu rechten Parteien und #PCC
Ein Film script ist nichts dagegen!

1 0 1 0
Red and white PCC trolley turns in the direction of the photographer. Statue behind the tram.

Red and white PCC trolley turns in the direction of the photographer. Statue behind the tram.

Museum 2000 in Antwerp, Belgium (2023)
#PCC #red #trolley #photography #streetcar #narrowgauge #statue

9 1 0 0
Preview
Rząd szykuje zmiany w tym podatku. „Obecnie obciąża nabywców” Kliknij i dowiedz się więcej.

Ministerstwo Finansów chce zmian w PCC. Projekt ustawy już gotowy www.infor.pl/twoje-pienia... #PCC #zakupy

0 0 0 0

“Perceived poor work ability is common among people with PCC,” … “it is crucial to implement individually tailored interventions to support individuals towards increased activity & participation in all aspects of life, including work."

#PostCOVIDCondition #PCC #WorkAbilityScore #research #Sweden

0 0 0 0
Post image

TTC A14-class ex-Kansas City all-electric PCC #4778, on a mantrap and bearing a Pittsburgh rollsign pauses at the eastbound platform of Bloor station transfer way on an evening in 1965.

📷Unknown/Charles Houser collection

#TTC #Streetcar #PCC #Toronto #TransitToronto

5 1 0 0
Em 2017, no bairro do Cambuci, região Central da cidade de São Paulo, uma administradora de empresas desempregada abriu a primeira unidade de um salão de beleza. O negócio aparentemente trivial de Samara Cahanovich Martins, registrado sob o nome Samy Karen Lash Studio De Beleza Ltda, seria a pedra inicial de um império da beleza. Isso porque a Pink Lash, como foi nomeada a franquia, se tornaria um negócio milionário, funcionando em ao menos 12 endereços na Grande São Paulo de 2017 até hoje. E mais: foi da Pink Lash que partiu um segundo negócio ainda mais superlativo, a rede bilionária de produtos de beleza Wepink, que tem entre os sócios a influencer Virginia Fonseca e o marido de Samara, o empresário Thiago Stabile. A Wepink é uma das principais empresas de cosméticos do país. Segundo Virginia, o faturamento foi de cerca de R$ 1,3 bilhão em 2025. Essa cifra representa um crescimento de 73% em um ano, tendo em vista que ela declarou um faturamento de R$ 750 milhões em 2024 durante seu depoimento na CPI das Bets. Agora, a **Agência Pública** descobriu que a Pink Lash contou com outra sócia, também famosa, mas que ganhou as manchetes por motivos diferentes: Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida como a “Japa do PCC”. Samara, Thiago e Karen foram sócios na Pink Lash. Entre dezembro de 2017 e novembro de 2021, Karen participou de pelo menos quatro empresas ligadas ao negócio de cílios postiços. O apelido “Japa do crime” surgiu após Karen ser presa em flagrante em fevereiro de 2024, em uma investigação sobre lavagem de dinheiro e associação criminosa. “A prisão ocorreu após o cumprimento de mandados de busca e apreensão domiciliar expedidos nos autos […] a fim de dar prosseguimento à investigação”, segundo o inquérito policial. Na ocasião, foram apreendidos em sua casa mais de R$ 1 milhão e 50 mil dólares em espécie, além de um automóvel da marca Audi. Em março daquele ano, ela passou a cumprir pena domiciliar após alegar a necessidade de cuidar do filho, menor de idade. O advogado responsável pela defesa de Karen, Telles Rodrigo Gonçalves, confirmou à **Pública** que ambas foram sócias na Pink Lash. “A Karen e a Samara iniciaram a sociedade em 2015 e fundaram a empresa Pink Lash, ficaram com a sociedade até 2021, onde venderam quase 100 lojas pelo Brasil todo espalhando a marca”, informou. Ele também encaminhou imagens de Karen com Samara em lojas da Pink Lash. Karen é viúva de Wagner Ferreira da Silva, o “Cabelo Duro” – que chegou a ser apontado pela Polícia Civil de São Paulo como “um dos principais representantes da organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) na região da baixada santista”. Ele foi executado em 2018, após ser acusado de envolvimento na morte de dois homens, supostamente membros do PCC. As investigações contra Karen afirmam que, após a morte de Silva, “ela abriu a empresa KK Participações e passou a exercer uma movimentação financeira incompatível com o seu patrimônio anterior, de modo a demonstrar a lavagem de patrimônio ilícito deixado pelo seu então companheiro”. Na sequência, o documento relata que Karen continuou “atuando e possui grande prestígio junto à referida facção criminosa, administrando os bens ocultados das autoridades com a ajuda de outros indivíduos que nela têm confiança para as operações”. Atualmente, ela cumpre medidas cautelares diversas como recolhimento domiciliar noturno, comparecimento mensal em juízo e uso de tornozeleira eletrônica. Karen é investigada pelos crimes de lavagem de capitais, associação criminosa e organização criminosa. Segundo o advogado de defesa, sua cliente não deveria cumprir tais medidas cautelares porque não houve denúncia do Ministério Público contra ela, já que o inquérito policial não foi concluído. Em janeiro deste ano, a defesa chegou a solicitar a retirada da tornozeleira, porém, o pedido foi negado pela Justiça de São Paulo. Gonçalves também alegou à reportagem que o dinheiro encontrado na residência de Karen no dia de sua prisão “era proveniente da venda da cota-parte da sociedade” na Pink Lash para Samara, e que sua cliente não faz parte de organização criminosa. ## **Outro lado** A reportagem tentou contato com Samara Pink e Thiago Stabile desde o início de fevereiro por e-mail e redes sociais, sem sucesso. Por e-mail, a WePink chegou a responder diante dos questionamentos sobre os responsáveis pelo administrativo e jurídico, não ter “acesso a essa informação, mas agradecemos pelo interesse em estabelecer uma parceria com a Wepink”. Já a Pink Lash respondeu dizendo que “esse tipo de demanda é tratado diretamente pelo nosso departamento jurídico”. A advogada Tânia Zanin, representante da Pink Lash e, segundo ela, advogada da Wepink na relação com as franqueadas, chegou a conversar com a **Pública** , mas não respondeu a nenhum dos questionamentos e não atendeu mais ao telefone. A equipe da assessoria de imprensa de Virgínia Fonseca também conversou com a reportagem, recebeu a solicitação de perguntas, mas não enviou retorno até a publicação. O espaço segue aberto e o texto será atualizado caso haja manifestação dos citados. ## **A sociedade pink: Karen, Samara e Thiago** Coincidência ou não, após a morte de Wagner Ferreira da Silva/Cabelo Duro, em 2018, os negócios de Karen e Samara não pararam de prosperar. Entre fevereiro e novembro de 2018, pelo menos quatro unidades da Pink Lash foram inauguradas. Três nos bairros Jardim Paulista, Indianópolis/Moema e Tatuapé, em São Paulo, e a quarta em Santo André, no ABC paulista. Neste período, entra na sociedade Thiago Stabile, com quem Samara se casou em março de 2025, após 10 anos de relacionamento. Karen também abre no fim de 2018 a KK Participações, com seu filho – a empresa é apontada no processo da Justiça de São Paulo como meio para lavagem de patrimônio ilícito. No primeiro endereço dessa empresa, no bairro da Aclimação, na capital paulista, passa a funcionar mais uma unidade da Pink Lash. Segundo seu cadastro comercial, no entanto, a KK Participações atua em “aluguel de imóveis próprios, compra e venda de imóveis próprios, outras sociedades de participação, exceto holdings”. A partir de julho de 2020, a KK participações adota como sede outro endereço da Pink Lash, no Jardim Paulista. Nesta unidade, funcionaram ao menos cinco empresas, de diferentes sócios, mas todas com nomes parecidos e relacionadas às sócias Samara e Karen. A soma do capital das empresas registrado na Jucesp ultrapassava R$ 535 mil. Loja da Pink Lash na Aclimação, primeiro endereço da KK Participações, de Karen Entre elas, está a APS Lashes Estudio de Beleza Ltda., que durou apenas três meses, de janeiro a março de 2019, mesmo tendo R$ 100 mil de capital inicial. Além de Samara, eram sócias da empresa Sandra Helena da Costa Belmonte Santana e Paula Cunha Guimarães Batatel Belmonte Santana. O endereço ainda foi a sede da Pink Lash Studio de Beleza (antiga S&K) a partir de novembro de 2019; da Pink Lash Studio de Beleza Eireli, que teve Samara como única sócia, de março de 2018 a fevereiro de 2020; e da Pink Lash Studio de Beleza e Comércio Ltda, de Thiago, registrada em janeiro de 2020. Dois meses antes, em novembro de 2019, a empresa de Thiago foi fundada com o nome Help Lash Prestação de Serviços Ltda e tinha sede no bairro paulistano Vila Carrão. Esses não são os únicos CNPJs que Samara, Thiago e Karen lançam no mesmo período, com outros sócios ou entre si. Além das já citadas, surgem a TS Infinity Franchising , a CS Participações e a Pink Lash Treinamento. Todas funcionam, em algum momento, nas unidades da Pink Lash, que ganham mais duas lojas na Vila Carrão. Juntas, apenas de capital social, as três organizações reúnem mais de R$ 1,4 milhão. As informações são públicas e estão disponíveis nos cadastros das empresas na Jucesp. Algumas unidades da Pink Lash citadas já fecharam, porém, registros do Google Street View confirmam que a empresa já funcionou nesses locais. ## **O surgimento da Wepink e sua relação com a Pink Lash** O crescimento da Pink Lash começa a chamar atenção da imprensa em 2021. Nas reportagens, Samara se coloca como a única responsável pela empresa, mas cita o incentivo de Thiago. Segundo o advogado Telles Gonçalves, “a Karen não aparecia [nas redes sociais], pois sempre foi reservada”. A Pink Lash, segundo reportagens da época, já esperava faturar R$ 3 milhões por ano. Também em abril de 2021, o empresário de origem chinesa Chaopeng Tan funda junto com Thiago a Wepink Comércio de Produtos de Cosméticos. Trata-se de uma pequena loja no bairro Quarta Parada, região Leste de São Paulo e pelo registro do Google Street View da época é possível identificar a marca da Pink Lash no local. Marca da Pink Lash no endereço da Wepink Comércio de Produtos de Cosméticos, fundada por Chaopeng Tan e Thiago Stábile. Quase simultaneamente, em junho, surge a Savi Cosméticos, empresa que tem como sócios Thiago, Chaopeng e, também, a influencer Virgínia Fonseca. No site da Wepink, o CNPJ divulgado é o da Savi, mesmo a empresa Wepink ainda existindo. Já Samara se apresenta, e é apresentada nas redes sociais como “sócia” da empresa, como na celebração de quatro anos do empreendimento, apesar de não constar no contrato social das mesmas. Em diversos relatos, como nessa matéria do Metrópoles, Virgínia Fonseca afirma que a Pink Lash foi o local de encontro com a sócia Samara, e o laboratório para a criação, bem-sucedida, na sua avaliação, da Wepink. ## **Uma rede de beleza, empresas e sócias** Vale lembrar que Samara e Karen seguiram sócias na Eight Lash pelo menos até novembro de 2021 e o registro da empresa se encerra em junho de 2022. Em fevereiro de 2023, a KK Participações muda-se para um prédio comercial de alto luxo no bairro paulista Vila Conceição. Exatamente o mesmo endereço da VF Holding Participações Ltda., criada em setembro de 2024 por Virgínia Fonseca, com capital inicial de R$ 50 milhões. No local, existe um “escritório virtual” que oferece um “endereço fiscal” para várias empresas e onde elas podem manter uma sala ou um posto de trabalho. A **Pública** esteve nesse escritório, mas não havia nenhum representante da VF Holding, apenas uma placa, bastante discreta, na porta de uma das salas. Segundo a recepcionista do local, cada divisão é equipada com uma mesa e cinco cadeiras, e o aluguel é de R$ 5 mil mensais. O valor para utilizar um posto de trabalho no ambiente coletivo do escritório por mês é de R$ 1 mil. Segundo o advogado de defesa de Karen, a ideia de iniciar um negócio de vendas de produtos de beleza surgiu de uma sociedade entre sua cliente e Thiago Stabile. “A Karen teve uma empresa também em sociedade com Thiago Stabile com vendas de insumos, os materiais que eram vendidos para as franquias das pinks. Após a Samara se estruturar e conhecer a Virgínia Fonseca através da Pink Lash ela montou a Wepink com a mesma”, informa o advogado. Ele, inclusive, menciona que a sua cliente sentiu-se “trapaceada” pela ex-sócia. Questionado sobre o fato da KK Participações e da VF Holding estarem registradas no mesmo local, Gonçalves não respondeu. Produtos que já eram produzidos pela Pink Lash e que segundo a defesa de Karen Tanaka Mori foram o “embrião” para o surgimento da Wepink Na página “sobre nós” do site da Wepink, quatro pessoas são citadas como as responsáveis pela empresa, Virgínia, Samara, Thiago e Lucas Chaopeng, ou Chaopeng Tan, seu nome de registro. Segundo Virgínia explica em um vídeo que circula no Tiktok, ele seria sócio da cafeteria Wecoffee. A influenciadora afirma que o nome da empresa teria vindo da junção entre “We”, da Wecoffee, e “Pink”, da Pink Lash. Os documentos da Wecoffee na Junta Comercial, no entanto, não citam Chaopeng. Segundo o registro da cafeteria, os sócios fundadores foram os chineses Kai Qian e Zeng Shun. Em 2022, Shun deixou o negócio e a We 1 Holding e Participações Ltda entrou na sociedade, controlada por Kai Qian e a brasileira Ana Georgina Liu Ge, que se tornou diretora da Wecoffee. A Wecoffee também foi procurada e as equipes de marketing e de redes sociais chegaram a trocar mensagens com a reportagem. Após o envio das perguntas, no entanto, os contatos cessaram. O espaço segue aberto para manifestação. ## **Dono de quiosques Wepink, irmão de Samara também teve problemas com a Justiça** Karen não é a única pessoa envolvida em negócios da influencer Samara Pink que teve problemas com a Justiça. Igor Cahanovich Soares, irmão caçula da Samara, foi preso em flagrante em março de 2023 no bairro Jardinópolis, em Divinópolis (Minas Gerais) por porte ilegal de armas. Segundo o processo, Soares mantinha um revólver calibre 38, da marca Taurus, e munição para a arma “sem autorização e em desacordo com a determinação legal e regulamentar”. Ele foi solto, à época, após pagamento de fiança. A sentença, assinada pelo juiz de Direito Mauro Riuji Yamane em agosto de 2025, condena Soares a um ano de detenção e dez dias-multa em regime aberto. Trata-se da pena mínima para o crime. O juiz também substituiu a pena que o privava de liberdade pela prestação de serviço à comunidade. Após o processo, Soares se mudou para São Paulo e passou a atuar em empresas ligadas à irmã. Em maio de 2024, antes mesmo de ter sua sentença definida, ele abre a IG Lash Studio de Beleza, no bairro paulistano de Moema, a cerca de dois quarteirões de uma unidade da Pink Lash. Soares também se tornou um franqueado da marca Wepink, com diversos quiosques da marca em shoppings e centros comerciais pelo Brasil. Em 15 meses, entre maio de 2024 e agosto de 2025, ele registrou pelo menos 14 unidades da marca. Entre elas, cinco estão em outros estados, além de São Paulo: no Shopping da Bahia (Salvador); no Park Shopping, em Brasília; no Flamboyant Shopping, na capital de Goiás; no Shopping Recife (Pernambuco) e no Barra Shopping, no Rio de Janeiro. Na capital paulista, são mais cinco endereços em centros comerciais, além de duas empresas registradas em Itapevi e Guarulhos, na grande São Paulo. A sócia de Igor em todas essas empresas é Peishan Zhen. De origem chinesa, Peishan é sócia de Chaopeng Tan em outros negócios, entre eles a Tan Company, que segundo registro na Jucesp teve o capital social atualizado em fevereiro de 2025 para mais de R$ 33 milhões. No documento, Tan e Zhen dividem o mesmo endereço residencial. ## **Wepink: problemas com consumidores** Apesar do sucesso, a Wepink também passou a ter problemas envolvendo consumidores, demora na entrega de produtos e reclamações deletadas das redes sociais. Em função dessas práticas, a Wepink, terá que pagar R$ 5 milhões por dano moral coletivo após assinar em novembro passado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) junto ao Ministério Público de Goiás. O TAC também prevê o pagamento de indenizações individuais para consumidores comprovadamente lesados, criação de um serviço ao consumidor com atendentes humanos, proibição de vendas em ‘lives’ sem garantia de estoque. O MPGO entrou com uma Ação Civil Pública contra a Wepink em outubro de 2025 baseando-se em mais de 120 mil reclamações registradas por consumidores que relataram problemas na entrega, ausência de reembolsos e mesmo falta de produtos já comercializados. A 70ª Promotoria de Justiça de Goiânia, que instaurou o inquérito civil sobre a Wepink, informou à **Pública** , que “a empresa não possuía capacidade operacional e produtiva compatível com o volume de vendas gerado, sobretudo em razão das chamadas _lives_ promocionais. Verificou-se que a requerida comercializava produtos em quantidade superior à sua capacidade produtiva, priorizando a venda e o recebimento antecipado de valores para somente depois iniciar a fabricação e a logística de entrega”. Veja a íntegra da resposta.

Wepink: sócio já teve empresa com investigada por envolvimento com PCC.
- bsapub
apublica.org/2026/03/wepink-socio-tev...
#Portugus #Crimeorganizado #Empresas #PCC

0 0 0 0
Video

Invalid clicks can quietly eat your PPC budget and send optimization in the wrong direction. Protect your campaigns with traffic quality you can trust before you scale.

Free trial to see what real traffic looks like.

🔗 spideraf.com/ppc-protection

#AdFraud #PaidMedia #PCC #DigitalMarketing

0 0 0 0
Preview
> _Quer receber os textos desta coluna em primeira mão no seu e-mail? Assine a Newsletter da Pública, enviada sempre às sextas-feiras, 8h. Para receber as próximas edições,__insc_ _r_ _eva-se aqui_ _._ Nenhum debate é mais distorcido no Brasil do que esse que aparece com uma das principais pautas nas eleições deste ano: **o da segurança pública**. Além da ampla propagação, inclusive por parte da imprensa, da falsa ideia de que um Estado que tortura presidiários e mata até gente inocente em operações policiais é leniente com os “bandidos”, joga-se a culpa pelo descontrole da criminalidade nos “esquerdistas”, os defensores de direitos humanos. Não por acaso, esse é o país que consagrou a frase infame, “bandido bom é bandido morto”. É fácil enfurecer cidadãos acuados entre golpes, furtos, assaltos, estupros e assassinatos, oferecendo a ilusão de um mundo em paz pelo extermínio dos “maus”. Mas, além de antiética, antidemocrática, desumana – e condenada por todas as religiões – **essa falsa solução oferecida pelos que se autointitulam “linha dura” no combate ao crime, nos desvia de políticas públicas mais eficientes e justas** enquanto providencia sua própria impunidade. Em outras palavras, faz a gente ser engabelada mais fácil. Se você quiser tirar a prova dos nove, basta se deter sobre o processo que levou por fim à aprovação do PL Antifacção versão 4 (sem falar nos muitos rascunhos) na terça-feira passada. Na prática, o projeto do Executivo – que havia sido desfigurado na primeira votação na Câmara, e restabelecido no Senado, com algumas melhorias – voltou ao formato deturpado pelo relator Guilherme Derrite, licenciado do cargo de secretário de segurança pelo governador Tarcísio de Freitas para dinamitar na Câmara um dos pilares legais da proposta do governo Lula para a segurança pública. Derrite, capitão da PM que conseguiu ser afastado da ROTA por excesso de mortes em serviço, gabou-se de ter fixado penas mais longas para integrantes de facções criminosas, acenando para o eleitorado. Ignorando os especialistas, que, entre outras coisas, apontam para o fato de que é justamente nos presídios que as facções criminosas – alvo do projeto – nascem, crescem e frutificam. Até pela violência e penúria a que os presos são submetidos, como mostram as histórias do PCC e do CV, para ficar nas facções mais famosas. Enquanto isso, as alterações feitas na Câmara no projeto aprovado no Senado dificultam o perdimento dos bens, ou seja a apreensão imediata de patrimônio e recursos do crime organizado, asfixiam o financiamento da Polícia Federal – por definição a força responsável pelo combate ao crime organizado – e excluem dispositivos de combate aos crimes de corrupção como o desvio dinheiro público. Por fim, com um empurrãozinho do Centrão, também dispensou as empresas de bets do pagamento de tributos que seriam utilizados no combate ao crime organizado. Haja sorte! Como explicou o senador e ex-delegado da polícia civil Alessandro Vieira (MDB-SE), que foi o relator do projeto no Senado: “Você nunca vai acabar de verdade com o crime organizado sem financiar adequadamente as polícias, e eles acabaram com essa possibilidade, porque o projeto do Senado garantia algo como 30 bilhões de reais em recursos novos para a segurança e eles tiraram tudo isso beneficiando as bets ilegais e legais. Também retiraram todos os dispositivos que combatiam o crime nesse escalão mais alto – máfia do INSS, desvio de emenda parlamentar, banco Master -, porque eles retiraram o aumento de pena que a gente fazia para a lavagem de dinheiro e a possibilidade de usar novas ferramentas de investigação para esse tipo de crime. **Então, infelizmente, eles confirmaram aquela máxima de que no Brasil você pode investigar pobre, rico não pode** ”, declarou. Além de deixar incólume a engrenagem que financia o crime organizado, enquanto reduz os recursos das polícias, como destacou o senador Vieira (que não é governista, diga-se de passagem), **o PL ignora a dinâmica do crime organizado no Brasil** , evidenciada na trama e assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Os irmãos Brazão, condenados também nesta semana a 76 anos de prisão pelo STF como mandantes do crime, fazem parte da estrutura do Estado – um é deputado federal e o outro conselheiro do Tribunal de Contas – bem como o delegado e ex-chefe da Polícia Civil do Rio Rivaldo Barbosa, sentenciado a 18 anos de prisão por obstrução de Justiça e corrupção passiva. Todos eles com laços com os milicianos, como os executores do crime, os ex-PMs Ronald Lessa e Elcio Queiroz. Como diz o sociólogo José Cláudio Souza Alves, que há mais de 30 anos estuda as milícias do Rio de Janeiro: “A estrutura dos grupos armados também é estatal. Se nas análises não se olha para a dimensão estatal desses grupos, não se entende o que está acontecendo. Todas as grandes facções só existem porque passam por estruturas dentro do próprio Estado. A milícia, o Terceiro Comando, o PCC — todos cresceram a partir dessa base de apoio”, diz. Essa base, a perna estatal a que se referiu o sociólogo, bem como a lavagem de dinheiro em fundos e fintechs da Faria Lima permanecem intactas no projeto “linha dura” aprovado pela Câmara. Parabéns aos envolvidos. O projeto segue agora para sanção do presidente Lula, que terá que decidir entre seus princípios e seu partido – que rejeitou o substitutivo de Derrite por unanimidade – e seu ministro da Justiça, que fez acordo prévio com o relator, prometendo inclusive tentar convencer o PT de aprovar o PL desfigurado na Câmara. Wellington César, que substituiu Flávio Dino no Ministério da Justiça, é um ex-promotor de Justiça, nomeado procurador geral da Bahia para os dois mandatos pelo então governador (hoje senador) Jaques Wagner (PT-BA). Segundo a imprensa, ele também é próximo do ministro Rui Costa, também ex-governador do PT baiano. Não parecem as pessoas ideais para opinar sobre segurança pública: a Bahia é recordista em violência policial e um dos estados com maior criminalidade no país. Resta saber se Lula vai seguir o caminho do populismo “linha dura” ou se terá racionalidade e coragem para sustentar uma das maiores marcas dos seus mandatos e o do partido que comanda: **a defesa dos direitos humanos** que, como ele bem sabe, nunca foi o que impediu o combate à criminalidade e é elemento fundamental de qualquer democracia que se preze.

Votação de PL Antifacção mostra que, para “linha dura”, bandido bom é bandido rico.
- bsapub
apublica.org/2026/02/pl-antifaccao-pa...
#Portugus #CmaradosDeputados #Crimeorganizado #GovernoLula #PCC

0 0 0 0